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  Cabo Verde
Governante português alerta para risco do mundo esquecer o país
- 19-Oct-2005 - 15:40


O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação (SENEC) de Portugal alertou hoje, na capital cabo-verdiana, para "o risco de o mundo esquecer a Guiné-Bissau" caso este país não encontre os caminhos da estabilidade.


João Gomes Cravinho deixou este "recado" no depois de uma visita de cortesia ao Presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, durante a visita oficial de três dias ao arquipélago que hoje termina.

Segundo declarações do governante português à Agência Lusa e Pedro Pires e Cravinho falaram da situação político-militar na Guiné- Bissau, sublinhando a "convergência de pontos de vista" sobre a necessidade de Bissau encontrar o caminho da paz e da estabilidade de forma a que a comunidade internacional não perca a confiança no futuro do país.

Cravinho deu como exemplo a questão da mesa redonda de doadores que, defendeu, "deve acontecer o mais rapidamente possível" e desde que a estabilidade não seja posta em causa.

"A Guiné-Bissau só depende de si para ganhar a confiança da comunidade internacional, elemento fundamental para o seu desenvolvimento, mas o risco de o mundo concentrar as atenções noutros palcos e o país ser esquecido é real", disse.

Pedro Pires e João Gomes Cravinho confluíram ainda na ideia de que as autoridades guineenses devem ter em linha de conta que, no mundo de hoje, "ninguém passa carta branca perante a incógnita sobre o futuro de um país" e que os apoios ao desenvolvimento só emergem de cenários que garantam confiança e credibilidade.

Pedro Pires é um histórico da luta pela independência travada na Guiné pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), fundado por Amílcar Cabral, e tem desempenhado um papel importante na crise guineense, nomeadamente como enviado especial a Bissau de Olusegun Obasanjo, presidente em exercício da União Africana (UA) e chefe de Estado da Nigéria.

Segundo Gomes Cravinho, o passado de Pedro Pires é fundamental como elemento de credibilidade no cenário negocial em Bissau, tendo o seu desempenho sido de grande utilidade para a diplomacia imperar na procura de soluções na Guiné-Bissau.

O período de transição política, iniciado em Setembro de 2003 com o golpe de Estado militar que derrubou o então presidente Kumba Ialá, terminou recentemente com a eleição de João Bernardo "Nino" Vieira para a chefia do Estado.

No entanto, a situação política no país continua tensa, com o governo do PAIGC de Carlos Gomes Júnior, em funções há cerca de ano e meio, debaixo do "fogo" da oposição, empenhada em criar condições para fazer aprovar no parlamento uma moção de censura ao executivo.

No último dia da sua visita a Cabo, Cravinho encontrou-se ainda com o primeiro ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, com quem abordou a questão da pretendida aproximação do arquipélago à União Europeia, tendo o SENEC afirmado à Lusa que Portugal vai dar todo o apoio à abordagem que Cabo Verde escolher para as negociações sobre esta matéria.

"Apoiaremos aquilo que for a decisão das autoridades cabo- verdianas quanto à forma de aproximação à UE, e, enquanto Estado membro, a par de outros países amigos de Cabo Verde, como o Luxemburgo, França ou Espanha, colocar-nos-emos ao lado da estratégia que for definida pelas autoridades da Praia", apontou o SENEC português.

Cravinho manifestou ainda a disponibilidade do governo português em estudar com Cabo Verde essa mesma estratégia de aproximação do arquipélago à UE.


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