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  Cabo Verde
Ex-presidentes dos PALOP querem criar Fórum
- 20-Oct-2005 - 16:33


Os antigos chefes de Estado dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) vão criar um fórum destinado a apoiar estados de África com problemas, anunciou hoje o ex- presidente guineense Henrique Rosa.


Henrique Rosa, que falava aos jornalistas no final do primeiro encontro oficial com o recém-empossado presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo "Nino" Vieira, sublinhou que a ideia partiu do antigo chefe de Estado moçambicano, Joaquim Chissano.

Segundo Henrique Rosa, que inicia sexta-feira 30 dias de férias, a assembleia constituinte desse fórum deveria realizar-se a 25 do corrente, em Maputo, mas acabou por ser adiada para uma data a anunciar por Chissano, presidente de Moçambique de 1977 a 2004.

"Fui convidado por Chissano a visitar Moçambique. Está a tentar criar-se um fórum para os antigos presidentes da República dos PALOP. A assembleia constituinte seria a 25 de Outubro próximo, mas foi reportada para uma data a anunciar", afirmou.

"O objectivo do fórum é congregar todos os ex-chefes de Estado para que se possa capitalizar toda a sua experiência. E, a partir daí, levar a acções concertadas que possam ajudar os países de África que tenham problemas", acrescentou.

Além de Joaquim Chissano e Henrique Rosa, deverão integrar o fórum os ex-presidentes de Cabo Verde (Aristides Pereira e António Mascarenhas Monteiro), da Guiné-Bissau (Luís Cabral, Malam Bacai Sanhá e Kumba Ialá) e de São Tomé e Príncipe (Manuel Pinto da Costa e Miguel Trovoada).

Agostinho Neto (Angola) e Samora Machel (Moçambique), os dois restantes ex-presidentes dos PALOP, já faleceram.

Sobre o encontro com "Nino" Vieira, o presidente da transição guineense (Setembro de 2003 a Outubro de 2005) sublinhou ter-se tratado de um encontro "cordial", que serviu para comunicar a sua ausência do país.

"Foi uma reunião muito cordial. Já tínhamos tido um encontro no dia da sua tomada de posse (a 01 deste mês). Nessa altura, tivemos a oportunidade de, durante o almoço, conversar. Hoje trocámos impressões sobre o estado da Nação, as dificuldades que existem, e partilhei um pouco da experiência que tive durante a transição", afirmou.

Realçando que não deixou nenhum conselho ao seu sucessor - "ÈNinoÈ Vieira não precisa de quaisquer conselhos" -, Henrique Rosa manifestou, contudo, "total disponibilidade para o ajudar, naquilo para que for solicitado "como cidadão da Guiné-Bissau interessado no desenvolvimento do país".

Questionado pelos jornalistas porque razão não o recebeu na Presidência da República quando "Nino" Vieira regressou à Guiné-Bissau em Abril último, Henrique Rosa lembrou que, na altura, a situação política era "bastante especial".

"Era uma situação bastante especial. Na altura, achei que, na qualidade de chefe de Estado, defensor do Estado da Guiné-Bissau, que deveria ter tido essa atitude", respondeu Henrique Rosa, realçando que não houve qualquer questão de animosidade.

"Não foi por uma questão de animosidade, mas por uma questão de princípio, por uma questão de defesa dos próprios princípios que regem o Estado. "NinoÈ Vieira percebeu isso. Não houve qualquer equívoco quanto a isso", acrescentou.

Em Abril último, e após seis anos de exílio em Portugal, "Nino" Vieira, presidente entre 1980 e 1999, regressou a Bissau para se recensear, candidatando-se depois às eleições presidenciais de 19 de Junho, que venceu à segunda volta, derrotando o candidato apoiado pelo Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Malam Bacai Sanhá.


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