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  Cabo Verde
«Críticas de Nino Vieira são tentativa de subverter o poder»
- 21-Oct-2005 - 13:51


O primeiro-ministro da Guiné- Bissau considerou quinta-feira que as críticas e os avisos do chefe de Estado guineense constituem uma "tentativa para subverter o poder democraticamente eleito" e assegurou que a sua demissão está "fora de causa".


Em declarações no final de uma reunião de três horas do Bureau Político do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, de que é líder), Carlos Gomes Júnior sublinhou ter assumido compromissos com o povo guineense e com a comunidade internacional que tenciona "cumprir".

"Mas é claro que não me demito. As declarações do presidente (da República, João Bernardo "NinoÈ Vieira) constituem uma tentativa para subverter o poder democraticamente eleito", afirmou Carlos Gomes Júnior, cujo partido que lidera desde 2002 venceu as legislativas de Março de 2004.

Quinta-feira de manhã, na cerimónia de tomada de posse dos novos membros do Conselho de Estado, "Nino" Vieira considerou que a Guiné-Bissau atravessa uma "profunda crise política, económica e social", deixando o aviso que irá tomar medidas "a bem da Nação e dos guineenses".

"A crise política acentua-se de forma grave para o equilíbrio institucional, comprometendo seriamente a sustentabilidade das políticas e das estratégias de governação", afirmou o presidente guineense, aludindo ao executivo de Carlos Gomes Júnior.

Por outro lado, o líder do PAIGC garantiu à Lusa que o V Congresso Extraordinário do partido vai decorrer na data prevista, de 28 a 30 deste mês, em Bissau, "sem a presença dos dirigentes suspensos" em Maio ultimo, por um ano, por terem violado os estatutos e as orientações partidárias.

Carlos Gomes Júnior adiantou que os restantes órgãos dirigentes do PAIGC vão apresentar hoje uma moção de confiança quer à actual liderança do partido quer ao executivo, documento já aprovado por unanimidade na reunião de hoje do Bureau Político.

Rejeitando "categoricamente" um cenário de eleições antecipadas, Carlos Gomes Júnior nada mais quis adiantar, remetendo para um comunicado que o PAIGC vai divulgar hoje, na sequência de uma reunião da Comissão Permanente, alargada a outros órgãos do partido.

Os compromissos internos e externos que assumiu prendem-se com a necessidade de o país ter um governo estável, argumento que Carlos Gomes Júnior tem utilizado para desdramatizar a contestação da oposição, agora aliada em torno de "Nino" Vieira.

Esses compromissos passam pela aprovação, no Parlamento, do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2006 e pela realização da mesa redonda com os doadores, prevista para o início de Dezembro, em Bruxelas.

Pelo meio, Carlos Gomes Júnior tem também argumentado com a "satisfação" já manifestada publicamente pelas organizações financeiras mundiais, como o Banco Mundial (BM) e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que têm actualmente duas missões em Bissau, quanto ao desempenho das políticas macroeconómicas do executivo e às reformas em curso.

Em relação ao PAIGC, com a aproximação do Congresso Extraordinário, que tem um carácter não electivo, isto é, não está em causa a actual liderança, Carlos Gomes Júnior tem defendido a ideia de que os dirigentes suspensos por um ano "não devem participar" no executivo.

No entanto, a semana passada, o PAIGC perdeu 14 dos 45 deputados, que se assumiram como independentes, abrindo caminho à apresentação de uma moção de censura ao Governo, minoritário no Parlamento.

A este propósito, Daniel Gomes, porta-voz do PAIGC e também ministro da Presidência do Conselho de Ministros, considerou que a decisão dos 14 deputados é fruto de uma "tentativa de "NinoÈ Vieira para levar a cabo um golpe de Estado parlamentar".


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