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  Cabo Verde
Fadul admite desafiar o primeiro-ministro a apresentar moção de confiança
- 21-Oct-2005 - 17:57


O Fórum de Convergência para o Desenvolvimento (FCD) admite desafiar o Governo de Carlos Gomes Júnior a apresentar no Parlamento uma moção de confiança, disse hoje o coordenador da iniciativa.


Em declarações aos jornalistas, após a entrega dos estatutos do "espaço de reflexão" no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Francisco Fadul indicou que a ideia vai ser discutida a partir da próxima semana pelos membros da organização.

"O Fórum ainda não se pronunciou sobre uma moção de censura ao governo, mesmo apesar de já ter garantido 52 assinaturas de adesão ao Fórum da parte dos deputados. Mas até poderemos desafiar o Governo a apresentar uma moção de confiança"", afirmou Fadul, ex-primeiro- ministro e actual líder do Partido unido Social-Democrata (PUSD).

A 15 deste mês, várias partidos e personalidades políticas guineenses que apoiaram João Bernardo "Nino" Vieira nas eleições presidenciais de Junho e Julho deste ano anunciaram a criação de uma aliança destinada a derrubar o actual governo, um fórum "blindado" em que tudo está "previsto".

Isso mesmo foi afirmado por Fadul, um dos mentores do Fórum, tal como Kumba Ialá, que admitiu que o objectivo do projecto é precisamente chegar ao poder através de acções de concertação tendo em vista o derrube "legal", no parlamento, do executivo do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Depois, afirmou, criar-se-á um novo governo, "de amplo consenso, em que se privilegie a "competência", tal como está consignado no Acordo de Constituição do Fórum.

Hoje, Fadul desdramatizou a possibilidade de a eventual queda do executivo poder por em causa a credibilidade internacional da Guiné- Bissau, nomeadamente junto dos parceiros internacionais, defendendo ainda que nada afectará os compromissos, internos e externos, assumidos pelo Estado.

"Se houver troca de Governo, nem o Estado nem os compromissos morrem por causa disso. As relações internacionais do país são de Estado e não com fulano tal. Se houver troca de governo, o estado dará continuidade a todos os compromissos que foram assumidos", afirmou.

Questionado pela Agência Lusa sobre se essa eventual troca de governo poderá atrasar ou mesmo pôr em causa a mesa redonda com os doadores, prevista para Dezembro próximo em Bruxelas, Fadul respondeu que "tudo depende do ponto de vista de cada um".

"Num país onde tudo é protelado, se esse atraso vier a significar o repensar e o reponderar de estratégias, que assim seja e que seja por bem. É preciso que haja uma estratégia de desenvolvimento de longo prazo bem pensada e amadurecida, o que não é o caso da actual acção governativa", referiu Fadul.

Sobre a alegada maioria absoluta que o Fórum terá no parlamento - 52 dos 100 deputados -, Fadul indicou que a organização contará hoje com a adesão de mais dois, que não especificou, e que pensa recuperar os mandatos dos dez parlamentares do PUSD que se tornaram independentes e alguns do Partido da Renovação Social (PRS) que seguiram o mesmo caminho.

"Estamos a estudar a situação para o apresentar nos tribunais", afirmou Fadul, sem adiantar pormenores, lembrando que os dois maiores partidos da oposição (o PRS elegeu 35 e o PUSD 17) contam já com a adesão dos 14 "dissidentes" do PAIGC.

Sobre o Fórum, Fadul relembrou que o novo projecto político tem como fim último a "convergência parlamentar, a viabilidade da governação, a coerência e solidariedade das instituições, a exequibilidade da vitória de candidatos democráticos em futuros actos eleitorais, bem como a estabilidade política e institucional, a paz social, a igualdade de oportunidades e o crescimento económico".

Integram também o Fórum o ex-presidente Kumba Ialá, bem como os lideres do PRS, Alberto Nambeia, e de seis forças políticas sem representação parlamentar, como Jorge Mandinga (Frente Democrática - FD) e Alamara Nhassé (Partido da Reconciliação Nacional - PRN).

O Fórum acolhe ainda os líderes do Partido do Progresso (PP), Ibrahima Sow, da Frente de Luta para a Independência Nacional da Guiné (FLING), José Catengul Mendes, do Partido Democrático para o Socialismo Guineense (PDSG), Serifo balde, e do Partido Socialista (PS), Cirilo Rodrigues.

No Fórum figuram também diversas personalidades políticas e empresariais guineenses, como, por exemplo, Carlos Domingos Gomes, pai do actual primeiro-ministro e líder do PAIGC, partido de que provêm também o ex-1º vice-presidentes, Aristides Gomes, e o antigo líder parlamentar, Cipriano Cassamá.


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