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  Entrevista
Vigília de solidariedade com piloto detido detido na Venezuela
- 24-Oct-2005 - 22:40


Cerca de 70 pessoas realizaram hoje uma vigília em sinal de solidariedade com o co-piloto português da Air Luxor Luís Santos, detido há precisamente um ano na Venezuela por suspeita de tráfico de droga.


Reunidos frente à sede da Associação de Pilotos Portugueses da Linha Aérea (APPLA), em Alvalade, familiares, amigos e colegas de Luís Santos empunharam velas acesas e rezaram uma oração perante a imagem de Nossa Senhora do Loreto, padroeira do ar, que repetiram numa comunicação via Internet com o co-piloto.

"O homem solicita a ajuda do Divino à padroeira do ar quando tudo o que é humano está feito", disse hoje à Lusa o presidente da associação, João Ferraz Mendes.

A três dias de mais uma sessão de início do julgamento, que já foi adiada mais de 20 vezes, os participantes na vigília pedem que o processo comece em tribunal.

"Neste momento, é necessário que haja um andamento. Mais adiamentos não", defendeu o responsável.

O presidente do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, Tiago Matos, manifestou esperança de que o julgamento comece mesmo no dia 27, próxima quinta-feira.

"Acreditamos que o facto de ter havido intervenção do presidente da República, Jorge Sampaio, e do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, possa ter influência e que venha a haver julgamento", afirmou.

Segundo o dirigente sindical, a vigília realizada hoje ao início da noite pretende ser um momento de solidariedade, apesar de o desejo de todos os presentes ser o de "receber o Luís no aeroporto".

Para familiares e amigos, a iniciativa também pretende encorajar o co-piloto.

"É o reconhecer de que é completamente absurdo que, um ano depois, as coisas continuem exactamente no mesmo pé, quando não há nada que possa ligá-lo a isto", sublinhou a mulher de Luís Santos, Júlia Perdigão, adiantando que "o julgamento é a única coisa" que o co- piloto e amigos pretendem.

Fazendo um balanço do último ano, a mulher afirma que "tem sido muito complicado e difícil", e admite que por vezes pensa estar a viver num sonho: "penso muitas vezes que vou acordar, nada disto é real", explicou.

"O segundo juiz do caso foi entrevistado e disse que o julgamento estava nas mãos de Deus. Quando li, eu ri-me. Nunca pensei hoje estar com uma vela na mão", afirmou.

Para Júlia Perdigão, iniciativas como a de hoje "são balões de oxigénio que fazem o Luís viver".

"Queremos festejar a coragem e dignidade que o +Nini+ (diminutivo por que é tratado o co-piloto) tem tido", frisou uma cunhada, Anabela Perdigão.

Alguns pilotos também marcaram esta noite presença na concentração, apesar de alguns dizerem não conhecer Luís Santos.

"Estou aqui porque sou colega do piloto. Não conheço nem me interessa quem é. O que é importante é que ele está preso em Caracas", referiu Feliciano Graciano, reformado da TAP, acrescentando que, durante muitos anos de profissão, viu "acontecer de tudo, mas nada como isto".

Em prisão domiciliária desde Dezembro passado, depois de um período de dois meses numa cadeia local, Luís Santos faz parte de um grupo de dez pessoas (três passageiras portuguesas e seis venezuelanos) acusados pelo Ministério Público venezuelano de tráfico de estupefacientes.

Foi a própria tripulação do avião que encontrou no aparelho e denunciou às autoridades um carregamento de quase 400 quilos de cocaína que teriam Portugal como destino.

O processo envolvia ainda o piloto e a hospedeira da aeronave, que foram libertados nos primeiros dias de Novembro de 2004.

As três passageiras continuam presas numa cadeia na Venezuela.


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