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  Cabo Verde
Militares guardam os pontos principais do Poder em Bissau
- 29-Oct-2005 - 12:26


Dezenas de militares armados estão hoje a vigiar os principais edifícios onde se situam os vários órgãos de poder na Guiné-Bissau desde que o presidente guineense anunciou, às últimas horas de sexta-feira, a demissão do governo.


Constata-se que, apesar da forte chuvada que atingiu a capital, e da presença dos militares nas ruas, os locais de diversão nocturna permaneceram abertos, embora com pouca afluência.

A avenida da Unidade Africana, onde se situa a Presidência da República , está vedada ao trânsito, sendo guardada por elementos das Brigadas de Interven ção Rápida (BIR), conhecidos localmente por "ninjas".

Vários grupos de militares guardam também as instalações da Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento), da Primatura, onde se situa o gabinete do primeiro-ministro demitido Carlos Gomes Júnior, e vários Ministérios, sobretudo os da Economia e Finanças.

Na rua de Angola, onde se localiza a residência particular do presidente João Bernardo "Nino" Vieira, o trânsito está cortado, estando todas as entrada s fortemente policiadas.

Ainda nenhum elemento do governo demitido se pronunciou, estando o primeiro-ministro incontactável, o mesmo sucedendo ao porta-voz do executivo, Daniel Gomes, também ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Comunicação Social e Assuntos Parlamentares.

"Nino" Vieira, através de um decreto-presidencial divulgado à imprensa cerca das 23:30 de sexta-feira (hora local) e 28 dias depois de ter assumido o presidência guineense, demitiu o governo de Carlos Gomes Júnior, alegando o não funcionamento institucional entre o executivo e vários órgãos de soberania, nomea damente judiciais.

O último acto oficial de Carlos Gomes Júnior ocorreu ao fim da tarde de sexta-feira, quando participou na festa de despedida do delegado da Comissão Europeia (CE) em Bissau, o diplomata português António Moreira Martins, que cessa funções segunda-feira.

O governo de Carlos Gomes Júnior, saído da vitória do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de que também é líder, foi empossado a 12 de Maio de 2003 e permaneceu no poder 17 meses e outros tantos dias.


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