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  Cabo Verde
Ausência do ex-primeiro-ministro adia transferência de poderes
- 3-Nov-2005 - 14:11


A cerimónia de passagem de testemunho na chefia do governo da Guiné-Bissau, prevista para hoje de manhã, foi adiada para a parte da tarde devido à ausência do ex-primeiro-ministro, que se recusa a participar no acto.


À hora marcada, 12:00 locais (mesma hora em Lisboa), só alguns jornalistas se encontravam na sede do governo, onde o novo primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, surgiu cerca de 20 minutos mais tarde apenas para verificar a impossibilidade de receber do seu antecessor os diferentes "dossiers" governamentais.

Em declarações aos jornalistas, Aristides Gomes, nomeado quarta-feira e empossado no mesmo dia pelo chefe de Estado guineense, João Bernardo "Nino" Vieira, lamentou a situação, sublinhando que a actuação de Carlos Gomes Júnior vem na "lógica" do que tem feito o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

"Não dramatizemos as coisas. A actuação do ex- primeiro-ministro (também líder do PAIGC) está na lógica do que tem vindo a acontecer e na senda das declarações que Carlos Gomes Júnior tem feito", afirmou Aristides Gomes, antigo 1º vice-presidente do partido, suspenso por um ano em Maio último.

"Segundo o protocolo, aparentemente, o ex-primeiro- ministro não está disposto a fazer a passação. Por isso, vamos adiar a cerimónia para mais tarde (18:00 locais). Se ele não aparecer, as autoridades existem, nomeadamente as judiciais, e poderão testemunhar o acto", afirmou.

Questionado sobre quando será divulgado o elenco governamental, uma vez que o país está virtualmente paralisado desde sexta-feira última, dia em que "Nino" Vieira demitiu o governo de Carlos Gomes Júnior, o novo primeiro-ministro indicou que será conhecido "muito brevemente".

Quanto à possibilidade de incluir dirigentes do PAIGC no governo, Aristides Gomes afirmou que tal continua a ser uma hipótese, mas afastou a ideia de que poderá haver, para já, negociações nesse sentido.

"Apenas manifestei a minha disponibilidade para explorar todas as vias no sentido de obter os consensos necessários para o governo", afirmou Aristides Gomes, reportando-se às declarações que fez aos jornalistas após a tomada de posse.

Momentos antes, na sede do PAIGC, Carlos Gomes Júnior numa conferência de imprensa, reiterou que o processo da escolha do novo primeiro-ministro é "inconstitucional e ilegal" e garantiu que o partido que lidera "não vai fazer parte" de um "alegado governo de Aristides Gomes".

"O PAIGC não vai integrar um alegado governo, que é ilegal e inconstitucional e isso vai ser verificado quer no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) quer na própria Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento), onde já deram entrada os respectivos processos de impugnação ao nome de Aristides Gomes", indicou.

Essas mesmas razões, explicou, estão "obviamente" na origem da sua não comparência na cerimónia da entrega da sede do executivo.

"Vamos aguardar confiantes, porque acreditamos na justiça na Guiné-Bissau", acrescentou Carlos Gomes Júnior, que reiterou a exigência do PAIGC em ver revogado o decreto da nomeação de Aristides Gomes.

Questionado também sobre se o PAIGC encara a realização de eleições legislativas antecipadas, Carlos Gomes Júnior respondeu que nem o país nem a comunidade internacional estão em condições de as organizar.

No entanto, se essa for a alternativa, o PAIGC "está pronto para todos os cenários", acrescentou.


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