As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Cabo Verde
Movimento da Sociedade civil contra nomeação de novo primeiro-ministro
- 3-Nov-2005 - 15:21


O Movimento Nacional da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento da Guiné-Bissau exigiu hoje a revogação do decreto que nomeou o novo primeiro-ministro e a reposição da legalidade constitucional, com a manutenção do anterior executivo.


Num comunicado, o movimento, que congrega a quase totalidade das organizações não governamentais guineenses, considera que "não são convincentes" os fundamentos que levaram à demissão do governo de Carlos Gomes Júnior, decretada sexta-feira pelo presidente João Bernardo "Nino" Vieira.

"Para o Movimento, as razões evocadas pelo presidente não são convincentes e nem obedecem aos imperativos do interesse do Estado, criando uma situação de frustração e de incertezas para o futuro do país", lê-se no documento da organização liderada por Sabana Embaló.

No entender do movimento, o decreto presidencial que nomeou quarta-feira Aristides Gomes primeiro-ministro e permitiu empossar o novo chefe do executivo no mesmo dia, está "ferido de inconstitucionalidade".

"(A nomeação) é uma prova de força (da Presidência da República) que põe em causa o sistema semi-presidencialista e abre caminho para que o chefe de Estado possa controlar todos os órgãos de poder e de soberania da Guiné-Bissau", acrescenta.

O movimento aconselha "Nino" Vieira que, caso não revogue o decreto-lei, dissolva o parlamento e a convoque eleições legislativas antecipadas, num prazo não superior a 90 dias.

No comunicado pede-se à comunidade internacional que esteja "atenta" à evolução da "situação anormal" decorrente na Guiné-Bissau, na sequência da exoneração de um governo "democraticamente eleito" e a "indigitação ilegal" de um novo executivo.

Terça-feira, a maior central sindical do país, União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG, pediu a "Nino" Vieira que formasse um novo governo "seguindo os parâmetros constitucionais".

Na mesma ocasião, a UNTG, liderada por Desejado Lima da Costa, também deputado do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), de Carlos Gomes Júnior, lamentou que a demissão do executivo tenha provocado a "paralisação total" da administração pública.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design Portugal Algarve por NOVAimagem