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  Cabo Verde
Cabo Verde poderá acolher reunião de países insulares
- 21-Feb-2003 - 17:55

Cabo Verde poderá acolher ainda este ano uma cimeira de países insulares para discussão dos problemas específicos destes Estados, afirmou hoje em Paris à Agência Lusa o presidente cabo-verdiano, Pedro Pires.


O chefe de Estado cabo-verdiano disse que abordou a questão em encontros bilaterais com dirigentes de São Tomé e Príncipe, Comores e Maurícias, realizados à margem da XXII Cimeira França/África, que decorreu em Paris entre quarta-feira e hoje com a presença de 45 chefes de Estado e de governo de 52 países africanos.

Fontes da delegação cabo-verdiana à cimeira de Paris admitiram à Agência Lusa que a reunião de países insulares poderá ocorrer em Junho.

Justificando a proposta da reunião, Pedro Pires disse que os países insulares têm problemas específicos e necessidades que "não estão no centro das preocupações" dos Estados que lutam pelo desenvolvimento africano.

Por isso, acrescentou, os países insulares devem juntar- se para apresentar propostas de trabalho.

Sobre a cimeira França/África, Pedro Pires destacou as propostas francesas no campo da agricultura e do comércio internacional, que Paris se comprometeu a levar à próxima reunião dos oito países mais industrializados do Mundo (G-8, que agrupa a Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia), a realizar em Junho, na cidade francesa de Evian.

Durante as suas intervenções, o presidente francês, Jacques Chirac, defendeu que os países desenvolvidos dêem aos Estados africanos um "tratamento comercial privilegiado".

A França sugeriu ainda uma "moratória" no pagamento de subsídios à exportação de produtos para o continente africano e uma reflexão sobre o preço das matérias-primas vendidas aos países industrializados.

Embora reconheça as dificuldades de Cabo Verde na agricultura devido a condicionalismos de ordem ambiental, Pires disse que este sector pode ser desenvolvido com maior apoio estrangeiro, não só financeiro, mas também ao nível da formação tecnológica.

Na sua opinião, Cabo Verde deve apostar numa agricultura selectiva, investindo numa modernização que permita a poupança de água e intensificação da produção.

"Houve uma troca de opiniões interessante que permitiu apresentar pontos de vista", comentou o presidente cabo-verdiano, admitindo que a França tem interesse em aproximar-se dos países africanos e pode ser um bom interlocutor junto do G-8 e da Organização Mundial do Comércio (OMC).

"É uma parceria, porque existem interesses dos dois lados", comentou Pedro Pires, referindo-se ao tema da Cimeira de Paris, "Uma nova parceria", oferecido pela França a África.

Pedro Pires disse ainda que não sentiu mal-estar entre os países participantes por causa da presença do homólogo zimbabueano, Robert Mugabe, salientando que "não é pela política do isolamento e das sanções que se resolve a questão".

O presidente cabo-verdiano comentou que "o problema das terras (no Zimbabué) é real e tem de ser tratado com bom senso e sentido de justiça" e defendeu que os países da "África Austral têm maior legitimidade para tratar da questão".

"Esses países têm uma opinião fundamental", sublinhou.

Sobre o conflito da Costa do Marfim, em cuja solução Cabo Verde tem estado empenhado participando activamente nas reuniões de discussão de um plano de paz, Pedro Pires referiu apenas que as negociações em Paris decorreram fora do âmbito da Cimeira.

Ainda assim, defendeu que é necessário um "trabalho sistemático para encontrar a melhor solução possível" e que não era em poucos dias que se ia chegar a um consenso.

Finalmente, sobre a declaração feita pelo conjunto das delegações a favor do prolongamento das inspecções de desarmamento no Iraque, mostrou-se esperançado na possibilidade de "evitar a guerra".

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