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  Cabo Verde
FUNDEP pede sentido de responsabilidade aos políticos
- 15-Nov-2005 - 19:27


A Fundação para a Democracia, Estabilidade e Paz (FUNDEP), organização da sociedade civil guineense, apelou hoje aos deputados e partidos com e sem assento parlamentar para que evitem seguir uma "política de agrado".


Numa nota de imprensa, o presidente do FUNDEP, Albino Fonseca, lembra que o parlamento inicia o novo ano legislativo já na próxima segunda-feira e que tanto deputados como partidos devem privilegiar o diálogo para manter a estabilidade no país.

"Estando agendado para 21 deste mês a abertura do novo ano legislativo, a FUNDEP convida todos os partidos políticos, com ou sem assento parlamentar, e os deputados da Nação, para que evitem enveredar por uma política de agrado e que utilizem canais indispensáveis para a preservação e manutenção da tranquilidade, reconciliação e paz", afirma Albino Fonseca.

Será desta forma que, acrescenta, tanto os partidos como os deputados "terão dignidade e respeito para representar verdadeiramente o povo guineense".

Actualmente, a representatividade parlamentar saída das eleições legislativas de Março de 2004 está desvirtuada, com a dissidência de mais de três dezenas de parlamentares de todos os quadrantes políticos, à excepção da Aliança Popular Unida (APU), cujo único deputado se mantém fiel à coligação.

Os restantes três partidos e a outra coligação sofreram várias sangrias, desconhecendo-se, neste momento, qual a verdadeira representatividade de cada partido na Assembleia Nacional Popular (ANP), situação que, na próxima sessão parlamentar, prevista para 21 deste mês, deverá aclarar.

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), vencedor das legislativas, elegeu 45 dos 100 deputados à ANP, mas 14 abandonaram a respectiva bancada parlamentar e tornaram-se independentes.

O Partido da Renovação Social (PRS, segunda força mais votada) elegeu 35, mas há pelo menos cinco dissidentes, enquanto o Partido Unido Social-Democrata (PUSD) sofreu a maior sangria, pois dos 17 parlamentares eleitos, pelo menos 11 tornaram-se independentes.

Por fim, a coligação União Eleitoral (UE) viu um dos seus dois parlamentares assumirem-se como independente.

Oficialmente, a agenda de trabalhos do parlamento ainda conta com apenas dois pontos - as análises da situação política e do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2006 -, embora deva ser alterada em função das mudanças políticas registadas desde 28 de Outubro último.

Nesta data, o presidente guineense, empossado a 01 desse mesmo mês, demitiu o governo de Carlos Gomes Júnior e, cinco dias mais tarde, a 02 de Novembro, nomeou e empossou como primeiro-ministro Aristides Gomes, o 1º vice-presidente do PAIGC, suspenso em Abril último por um ano de todas as funções e cargos no partido.

O PAIGC e o seu líder, Carlos Gomes Júnior, consideram "ilegal e inconstitucional" a decisão de "Nino" Vieira, alegando que o chefe do executivo deve ser escolhido entre dirigentes da força política vencedora das eleições e que Aristides Gomes "não faz parte" do partido.


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