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  Cabo Verde
Partido de Kumba Ialá denuncia «máfia política do PAIGC»
- 16-Nov-2005 - 16:35


O Partido da Renovação Social (PRS) acusou hoje o PAIGC de estar a tentar dividir os "renovadores" através de manobras "maquiavélicas" protagonizadas pela "máfia política" da antiga força no poder.


Numa conferência de imprensa, o secretário-geral do PRS, Artur Sanhá, antigo primeiro-ministro do governo de transição (Setembro de 2003 a Maio de 2004), não apontou nomes, mas acusou o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) de estar a manipular alguns jovens "renovadores".

"O PRS pede para que todos fiquem informados sobre a nova intenção do PAIGC, que já dirigiu uma carta ao nosso partido a pedir um encontro para analisar a situação política e procurar soluções adequadas para as questões prementes", sublinhou, indicando que a proposta foi recusada.

Segunda-feira, a Comissão de Juventude do PRS, liderada por Marcelino Na Biutcha, manifestou-se "preocupada" com a formação do novo governo, considerando que o executivo de Aristides Gomes "viola a natureza, espírito e princípios do relacionamento" entre Kumba Ialá e o presidente da Guiné-Bissau, João Bernardo "Nino" Vieira.

Na ocasião, a juventude do PRS denunciou alegadas "atitudes de desprezo, falta de consideração e respeito, humilhação e descrédito" da parte do de "elementos da equipa" da "Nino" Vieira, que "violam o entendimento" entre o actual chefe de Estado e o ex-líder do PRS Kumba Ialá.

"Queremos que todos saibam dessa manobra maquiavélica que está a ser montada para denegrir a imagem do PRS e dos seus dirigentes. Estamos no comboio da democracia e é agora que a máfia política do PAIGC vem visar o PRS", disse hoje Artur Sanhá.

Ainda sobre o documento da Comissão de Juventude dos "renovadores", Artur Sanhá considera "surpreendente" que tal documento tenha vindo a público, uma vez que o Secretariado da Juventude do partido "nunca teve qualquer informação sobre o referido acordo entre os dois candidatos" presidenciais.

A confusão gerou-se a partir do momento em que Artur Sanhá não explicou porque razão a Comissão de Juventude do PRS tem a sua sede na residência de Kumba Ialá e divulgou uma nota em que alega o incumprimento de um acordo entre "Nino" Vieira e Kumba Ialá que a direcção superior do partido, segundo o seu secretário-geral, "também nunca teve conhecimento".

Por outro lado, e em resposta a uma outra carta endereçada pelo PAIGC ao PRS, em que o partido de Carlos Gomes Júnior reitera a "inconstitucionalidade" da nomeação de Aristides Gomes como primeiro- ministro, Artur Sanhá acusou aquela força política de "prepotência", justificando a alegada "ilegalidade" com outras ilegalidades cometidas pela antiga força no poder.

"O PRS lembra aos parceiros políticos as inúmeras promessas falsas e os compromissos jamais honrados, acompanhados de atitudes de marginalização social selectiva e de massacres perpetrados sobre os seus militantes e dirigentes, tudo a mando do PAIGC", afirmou Artur Sanhá.

"Gostaria de pedir a todos os militantes e simpatizantes do PRS para que façam fé e confiança das novas instituições do poder do Estado e do novo governo, optando pela via do diálogo para a resolução dos problemas", concluiu.

No actual executivo, de 29 membros, nomeado e empossado a 09 deste mês, os "renovadores" contam com cinco ministros e quatro secretários de Estado.


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