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  Cabo Verde
PAIGC desdramatiza acusações dos «renovadores»
- 17-Nov-2005 - 17:55


O líder do PAIGC desdramatizou hoje as críticas feitas quarta-feira pelo secretário-geral do Partido da Renovação Social (PRS), considerando que as acusações de Artur Sanhá são "uma análise tendenciosa que não serve os interesses" da Guiné-Bissau.


Carlos Gomes Júnior indicou que as afirmações de Artur Sanhá são "infelizes", lembrando que sempre que houve necessidade de, no país, serem tomadas decisões corajosas o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) "estava lá".

Quarta-feira, Artur Sanhá acusou o PAIGC de estar a tentar dividir os "renovadores" através de manobras "maquiavélicas" protagonizadas pela "máfia política" da antiga força no poder.

Numa conferência de imprensa, o antigo primeiro-ministro do Governo de Transição (Setembro de 2003 a Maio de 2004) denunciou também que o partido de Carlos Gomes Júnior pediu um encontro com o PRS para analisar a situação política, numa tentativa de comprar consciências, razão pela qual foi recusado.

"Tudo isso não passa de uma análise tendenciosa, com objectivos que não são idênticos aos do PAIGC. Não sabemos o que entendem por máfia. Não somos mafiosos, somos pessoas de bem e as nossas famílias nunca foram conhecidas por serem mafiosas", respondeu Carlos Gomes Júnior.

Em relação à carta referida por Artur Sanhá, o líder do PAIGC adiantou que o PAIGC enviou também missivas semelhantes quer aos bispos de Bissau e de Bafatá, quer aos líderes religiosos, quer ainda às organizações da sociedade civil para os convidar para discutir os problemas que assolam actualmente a Guiné-Bissau.

"Quem entender que não deve discuti-los pode ficar dentro do seu espaço próprio. Mas continuamos a achar que os problemas têm de ser discutidos e que se tem de se encontrar soluções. O PAIGC está imbuído de boa fé", acrescentou.

"Temos acordos políticos com alguns deputados independentes no pressuposto de arranjar estabilidade para o país. Se há partido que tem a coragem política para fazer as correcções necessárias e que melhor servem o país, esse partido é o PAIGC", concluiu.

Carlos Gomes Júnior, porém, não avançou com quem o PAIGC assinou esses "acordos políticos", determinantes para se saber quem tem maioria no Parlamento, de 100 assentos.

O resultado das legislativas de 2004 está já desvirtuado, uma vez que quatro das cinco forças políticas viram deputados abandonar as respectivas bancadas e assumirem-se como independentes.

No PAIGC, 14 dos 45 parlamentares eleitos assumiram esse estatuto, o mesmo se passando com pelo menos cinco dos 35 do PRS, com 11 dos 17 do Partido Unido Social-Democrata (PUSD) e com um dos dois da coligação União Eleitoral (UE).

A quinta e última força política presente no Parlamento é a coligação Aliança Popular Unida (APU), cujo único deputado é o único que se mantém à margem das disputas, embora seja um "aliado" do PAIGC.


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