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  Cabo Verde
Kumba Ialá ameaça PAIGC com Tribunal Militar
- 25-Feb-2003 - 16:59

O Presidente da República da Guiné- Bissau, Kumba Ialá, ameaçou hoje os dirigentes do PAIGC com o Tribunal Militar pelos "crimes" que cometeram durante os 28 anos que este partido esteve no poder, 15 dos quais em regime de partido único.


Kumba Ialá acusou o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) de ser um "grupo de criminosos" que "só conhecem a escola da trapaça, do assassínio e das intrigas".

O presidente guineense discursava perante três centenas de populares das localidades de Mansoa e Nhacra, a norte de Bissau.

"Que se desenganem aqueles que pensam que estas pessoas - do PAIGC - não vão responder em tribunal pelos crimes que cometeram", disse Kumba Ialá, adiantando sem especificar que "é no Tribunal Militar que terão de responder e se entender porque os militares são seus parentes".

O chefe de Estado guineense dá, assim, continuidade aos ataques ao PAIGC começados há cerca de dois meses, logo após o início do ano, nas ininterruptas sessões de apresentação de cumprimentos por grupos de populares de Bissau e do interior do país.

"O PAIGC traiu a independência que proclamou - em 1973 nas Colinas de Boé, ao fim de 11 anos de luta armada contra o exército português - quando trouxe para a Guiné-Bissau militares do Senegal e da Guiné-Conacri", no conflito de 07 de Junho de 1998, que culminou com a deposição do ex-presidente João Bernardo "Nino" Vieira.

Para Ialá, o PAIGC "é um clube de feiticeiros e bandidos", por causa de "tudo aquilo que de mau fez ao povo", dando como exemplo a destruição do património colonial, sobretudo as escolas" ao mesmo tempo que "enviavam os seus filhos para as melhores escolas da Europa, com o objectivo de os preparar para darem continuidade ao neo- colonialismo".

"O neo-colonialismo dos brancos acabou e não podemos agora admitir que exista um neo-colonialismo protagonizado pelos filhos da terra", disse, acrescentando que "essa é a razão pela qual é urgente criar escolas em todo o país, para todos e sem distinção, para que o povo saiba ler, escrever e entender a democracia".

Neste discurso de hoje, Kumba Ialá introduziu uma "nuance" que permite perceber um distanciamento nos ataques a Portugal e aos interesses de Portugal na sua ex-colónia.

No entanto, o presidente guineense manteve-se fiel ao princípio de oferecer aos populares presentes vacas, sacos de arroz, caixas de vinho, cerveja e sumos.

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