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  Cabo Verde
Portugal vai colocar meio aéreo no arquipélago para vigilância
- 28-Nov-2005 - 18:51


Portugal poderá, até Junho de 2006, colocar em Cabo Verde um meio aéreo de tipo Aviocar, com tripulação portuguesa, para vigilância da Zona Económica Exclusiva (ZEE) e eventuais evacuações das ilhas do arquipélago.


A colocação de um Aviocar em Cabo Verde é uma das possibilidades discutidas entre Portugal e Cabo Verde no âmbito das conversações que decorrem na Cidade da Praia para a definição do programa quadro da cooperação militar entre os dois países para o triénio 2006-2008.

O tenente-general Luís Araújo, director-geral da Política de Defesa Nacional de Portugal, que se encontra em Cabo Verde a chefiar a delegação que está a preparar o novo programa de cooperação, disse que, "apesar de ainda não estar garantido, tudo está a ser feito para que o Aviocar em Cabo Verde seja uma realidade".

Luís Araújo adiantou mesmo que vai empenhar-se pessoalmente junto do Chefe de Estado Maior da Força Aérea Portuguesa, "de quem depende a decisão", para que o meio aéreo português esteja em Cabo Verde antes do início dos exercícios da NATO previstos para o arquipélago em Junho de 2006, "se for também essa a vontade do governo cabo-verdiano".

Este meio aéreo da FAP, a concretizar-se a sua deslocação para o arquipélago, terá tripulação portuguesa, "embora já a trabalhar com tripulações cabo-verdianas", mas estará ao serviço do governo da Cidade da Praia.

Uma das contrariedades que o oficial português encontra para concretizar esta possibilidade é o facto de Portugal ter algumas dificuldades em poder assegurar a tripulação do Aviocar, tendo em conta que a Força Aérea Portuguesa (FAP) se confronta com um défice de 90 pilotos aviadores no seu quadro devido a saídas para companhias comerciais.

No entanto, a colocação de um Aviocar em Cabo Verde, muito à semelhança do que acontece em São Tomé e Príncipe, será uma solução de transição para a cedência, "se for essa a opção do governo de Cabo Verde", de um ou dois aparelhos de forma definitiva.

O prazo estimado pelo tenente-general Luís Araújo para essa cedência definitiva, "ainda em estudo", é "no mínimo" de quatro a cinco anos, tempo previsto para a substituição dos actuais 24 Aviocar ao serviço da FAP, embora alguns destes aparelhos se encontrem inoperativos.

Numa reunião que hoje decorreu na Cidade da Praia, em que participaram o director-geral da Política de Defesa Nacional português e o ministro da Defesa cabo-verdiano, Armindo Maurício, foi ainda debatida a eventual cedência de meios navais, embora Luís Araújo admita que também aqui o prazo para que isso aconteça não seja inferior a quatro anos.

O que ficou acertado nas sessões de trabalho com vista à definição do novo programa quadro de cooperação militar entre Portugal e Cabo Verde foi a continuação da assessoria portuguesa à formação de militares cabo-verdianos.

A novidade apontada pelo oficial general português é a disponibilidade de Portugal começar já a trabalhar com as Forças Armadas de Cabo Verde no sentido de introduzir os militares do arquipélago nos meandros do universo NATO, para que, quando arrancarem os exercícios "Steadfast Jaguar", em Junho de 2006, estes estejam familiarizados com a simbologia da aliança.

Quanto ao novo programa quadro da cooperação militar bilateral, Luís Araújo espera que "daqui a três anos não se esteja na mesma posição, mas que haja progressos".


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