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  Entrevista
Cada país tem os diplomatas que merece?
- 2-Dec-2005 - 20:48


O embaixador de Angola (des)acreditado no Brasil, de seu nome Alberto Correia Neto, “rosnou”, perdão, esclareceu, em entrevista concedida recentemente ao jornal “O Globo” sobre o escândalo denominado o “Mensalão”, que os políticos angolanos lutam para ocuparem cargos de ministro ou de deputado por causa da bufunfa (leia-se dinheiro) e não por gostarem do País e muito menos para salvarem o povo da crise em que se encontra.


Alberto Neto afirmou sem descaro, quiçá tomando-nos certamente por néscios, que “o dinheiro do Estado não está nos bancos angolanos e que quando as empresas petrolíferas pagam os seus impostos preferem fazê-lo em bancos americanos e franceses, etc”.

O delegado de João Miranda, ministro das Relações Exteriores, na “América portuguesa” foi mais longe nas suas irresponsáveis atoardas ao ter aceite publicamente que os governantes angolanos são corruptos e que o que se está a fazer neste momento é lutar para que o País não atinja os níveis de corrupção existentes no Brasil e na Nigéria.

Pois é. Nada mais natural!

Para além de causarem flatulências, os despautérios de Alberto Neto em entrevista à publicação brasileira “O Globo” roçam à boçalidade manifestada numa louca pândega entre biltres nas ruas de Luanda e mostram a qualidade e o nível do tecido humano dos políticos que dirigem (querem continuar caso ganhem as próximas eleições) os angolanos.

Ora, um diplomata que nutra intenções sérias jamais, por respeito a Angola e ao seu povo, teria proferido tais declarações, sobretudo pela forma leviana como as proferiu. Contudo, Alberto Neto, futuro ex-embaixador, tem carta branca para fazê-lo por não ter respeito nenhum pelos os angolanos e estar-se nas tintas em relação à imagem e o bom de Angola no estrangeiro.

As declarações de Alberto Neto fazem lembrar um cachorro coxo de três patas que caminha em ziguezague rectilíneo na estrada da diplomacia. Pois assim há-de continuar a caminhar por que o seu partido, o que está no poder, vai caucionar de forma silenciosa as atoardas proferidas pelo embaixador angolano no Brasil.

As afirmações de Alberto Neto fazem despontar a ideia de que se ele tivesse vindo cavalo ao mundo teria dado numa bela cavalgadura, mas nunca num diplomata capaz de dar conta do recado.

02.12.2005
jorgeeurico@noticiaslusofonas.com


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