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Entrevista
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Incidente com João Cravinho foi ultrapassado, diz Samakuva
- 3-Dec-2005 - 14:26
O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, e o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, consideraram hoje "ultrapassado" o incidente criado pelas declarações do secretário de Estado da Cooperação sobre Jonas Savimbi, fundador da UNITA.
"O ministro dos Negócios Estrangeiros deu-nos uma resposta que nos tranquilizou imenso. Este assunto fica ultrapassado", afirmou Isaías Samakuva, em declarações em Luanda no final de um pequeno-almoço com o chefe da diplomacia portuguesa.
Neste encontro, Freitas do Amaral transmitiu a Samakuva a resposta do primeiro-ministro português, José Sócrates, à carta que lhe foi dirigida pelo líder da UNITA, solicitando esclarecimentos sobre as declarações proferidas pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho.
Numa entrevista ao semanário Expresso no início de Novembro, Cravinho classificou Jonas Savimbi como "monstro" e "Hitler africano", o que motivou um forte protesto da UNITA.
"As declarações do secretário de Estado têm que ser entendidas como uma opinião pessoal e não representam a posição oficial do Governo", frisou Freitas do Amaral.
Nesse sentido, salientou que o governo português "não tem qualquer tomada de posição sobre o passado das relações entre Portugal e Angola ou sobre figuras que protagonizaram o passado de Angola".
Este esclarecimento consta de uma carta que José Sócrates enviou a Isaías Samakuva, mas que o líder da UNITA apenas deve receber nos próximos dias em Luanda.
"Estão reunidas as condições para considerarmos este incidente ultrapassado", afirmou Freitas do Amaral.
Relativamente à conversa que manteve com o líder da UNITA, o ministro português considerou que foi "muito útil e interessante", tendo permitido apresentar ao líder do maior partido da oposição angolana "a política portuguesa para Angola e o desejo de iniciar um novo ciclo de cooperação".
O líder da UNITA foi o único dirigente partidário angolano com quem o ministro português dos Negócios Estrangeiros se encontrou durante a sua visita oficial a Angola.
"É da praxe de um país democrático que se converse não só com as autoridades (do país que se visita), mas também com o principal partido da oposição", salientou Freitas do Amaral, que encerra ao princípio da noite de hoje a sua visita de três dias a Angola com uma recepção à comunidade portuguesa residente em Luanda.

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