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Lucro Banco da África Ocidental sobe 36,5% no terceiro trimestre
- 7-Dec-2005 - 22:42


O lucro do Banco da África Ocidental (BAO), que tem como principais accionistas os portugueses Montepio Geral e Banco Efisa, subiu 36,5 por cento no terceiro trimestre para 956 mil milhões de francos CFA (1,44 milhões de euros).


No terceiro trimestre de 2004, o resultado líquido foi de 700 mil milhões de francos CFA (1,06 milhões de euros).

O director-geral do BAO, o gestor português Luís Almeida, indicou hoje que os lucros de 2005 poderão ultrapassar, pela primeira vez, a barreira dos 1.000 milhões de francos CFA (1,52 milhões de euros).

Por outro lado, acrescentou, o total de activos do banco, cujas actividades começaram a 31 de Março de 2000, também já ultrapassou, no mesmo período, os resultados de todo o ano de 2004.

Até ao final do terceiro trimestre, sublinhou Luís Almeida, o BAO tinha activos de mais de 19.833 milhões de francos CFA (30,2 milhões de euros), o que representa mais 150 milhões de francos CFA (230 mil euros) do que em todo o ano de 2004.

O director-geral do BAO indicou que apenas em 2000, na fase de arranque das actividades, os resultados de exploração foram negativos, tendo registado prejuízos no valor de 153 milhões de francos CFA (233 mil euros).

A partir de então, os resultados foram sempre positivos, atingindo 25 milhões de francos CFA (38 mil euros) em 2001, 174 milhões (265 mil euros) em 2002, 584 milhões (891 mil euros) em 2003 e 776,3 milhões (1.185 milhões de euros) em 2004.

Actualmente, o BAO, o único banco comercial na Guiné-Bissau, dispõe de apenas um balcão, junto à sua sede, em Bissau Velho, devendo abrir, até ao final de 2006, três novas agências, uma delas antes de 31 de Dezembro deste ano, precisamente na sede.

Entre outras actividades, o BAO efectua operações de comércio internacional, concede créditos habitação, de tesouraria, equipamento e consumo, emite garantias bancárias, aceita depósitos à ordem e a prazo, garante a conta ordenado e ordens de pagamento.

Segundo Luís Almeida, além da expansão da rede de agências, o BAO tem projectos para 2006, com especial destaque para a instalação de serviços de multibanco, uma novidade na Guiné-Bissau, e terminais de pagamento automático, além da criação de um site na Internet e da introdução dos serviços da rede "swift".

Além das actividades bancárias, o BAO tem também mantido, com regularidade, uma intervenção social, destacando-se a contribuição de 30 milhões de francos CFA (45.800 euros) para a reestruturação da maternidade do Hospital Central de Bissau (Simão Mendes).

O BAO apoiou também a criação da Universidade Colinas do Boé (com cinco milhões de francos CFA, 7.600 euros) e atribuiu um donativo de três milhões de francos CFA (460 mil euros) ao Ministério da Saúde guineense, no quadro do programa sanitário de luta contra a cólera.

Além do Banco Efisa e do Montepio Geral, que detêm, cada um, 15 por cento da instituição, o BAO tem também como maiores accionistas o International Finance Corporation (ligado ao Banco Mundial), igualmente com 15 por cento.

O maior accionista do BAO, que tem como revisor de contas a multinacional Ernest & Young, é o empresário Carlos Gomes Júnior, ex- primeiro-ministro e líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e ainda actual deputado, que detém 15,95 por cento.

Os restantes 39,05 por cento estão divididos por vários accionistas portugueses e guineenses, com destaque para o empresário português Gonçalo Sequeira Braga, igualmente vogal do conselho de administração do BAO, que detém 7,27 por cento das acções.


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