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  Cabo Verde
Missão da INTERPOL em Bissau reforça fiscalização e segurança
- 12-Dec-2005 - 14:14


Dois membros do secretariado da Interpol iniciaram hoje uma missão de vários dias para avaliar o andamento da instalação de equipamentos de telecomunicações no gabinete que a organização criou em Bissau.


João Alexandre Forbs, coordenador do Gabinete nacional da Interpol, os equipamentos vão permitir a ligação do país à rede mundial de organização policial europeia, com sede em Lyon, França, bem como ao Bureau Regional da Polícia Judiciária para a África Ocidental, com sede em Abidjan, Costa do Marfim.

Os novos equipamentos darão à Interpol/Bissau o acesso ao banco de dados da organização mãe, assim como aos diversos gabinetes nacionais dos países da sub-região e a rápida troca de informações, sublinhou.

Segundo Alexandre Forbs, os dois membros da delegação da Interpol em Bissau irão dar dois dias de formação a vários agentes da polícia Judiciária guineense, bem como a elementos dos Serviços de Migração e Fronteiras e da Guarda Fiscal.

Durante a sua estada em Bissau, a delegação da Interpol terá encontros com os ministros guineenses da Justiça, Namuano Dias Gomes, e do Interior, Ernesto de Carvalho, e ainda com as autoridades policiais.

A visita da delegação da Interpol surge após várias denúncias públicas de que a Guiné-Bissau está a tornar-se uma plataforma de distribuição da droga proveniente da América Latina, tal como afirmou a 07 de Outubro último Alexandre Forbs.

Na ocasião, o também chefe da Direcção de Prevenção e de Investigação da PJ guineense garantiu que este órgão de segurança está a tomar medidas para intensificar o combate ao tráfico de droga, admitindo que o país está a tornar-se, cada vez mais, um ponto de "trânsito" para a Europa.

Segundo Alexandre Forbs, a maioria da droga que passa pela Guiné-Bissau é oriunda da América Latina, sobretudo do Brasil, com os traficantes a aproveitarem a fraca fiscalização existente no país.

Alexandre Forbs lembrou que o país "tem dificuldades e carências de vária ordem", facto que é aproveitado pelos traficantes, "que optam normalmente pela parte mais fraca para traficar a droga", acrescentou.

Por outro lado, em fins de Setembro, um estudo do Departamento de Controlo de Droga e de Prevenção do Crime das Nações Unidas para a África Ocidental e Central, liderado por Antonio Mazitelli, qualifica a Guiné-Bissau como um "paraíso" para os traficantes.

No estudo, citado pelo semanário guineense "Nô Pintcha", Mazitelli considera que a Guiné-Bissau constitui actualmente uma das principais placas giratórias do "circuito comercial da droga".

No documento, aquele responsável da ONU lembra que os traficantes, sobretudo da América Latina, aproveitam a inexistência de fiscalização em várias das ilhas desabitadas do arquipélago dos Bijagós para transportar a droga para a Europa.

"O país tem um número muito limitado de polícias, tem falta de meios apropriados para travar a onda de tráfico de estupefacientes e ainda um sistema judicial que funciona de forma deficiente e pouco sensível aos casos de corrupção", afirmou.

Segundo Mazitelli, antes de a Guiné-Bissau se tornar na placa giratória, os traficantes utilizavam várias zonas ermas do arquipélago de Cabo Verde.

No entanto, as medidas de fiscalização impostas pelas autoridades cabo-verdianas levaram os traficantes a optar pela Guiné- Bissau.

Há cerca de quatro meses e em pleno período de exportação da castanha de caju, as autoridades policiais portuguesas apreenderam em Lisboa 550 quilogramas de cocaína, procedente da América Latina, que fora embarcada num contentor em Bissau.

Mais recentemente, dois "correios de droga" foram detidos no aeroporto de Lisboa, depois de viajarem num voo comercial procedente da capital guineense.


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