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  Cabo Verde
Estado arrecada 400 mil contos com a venda de acções da SCT
- 14-Dec-2005 - 19:51


O Estado cabo- verdiano arrecadou cerca de 400 mil contos cabo-verdianos com a venda em bolsa de 64 mil acções da Sociedade Cabo-Verdiana de Tabacos (SCT), disse hoje à Lusa fonte da Bolsa de Valores do país (BVCV).


Esta oferta pública de venda de acções da SCT, que teve lugar esta semana, marcou o arranque da BVCV, com a procura a exceder duas vezes as acções vendidas e disponibilizadas na privatização daquela que é uma das maiores empresas públicas do arquipélago.

Nesta sessão foi privatizado 22,48 por cento do capital social da SCT.

O sucesso do arranque da BVCV contrasta com o fracasso ocorrido em 1999, com a primeira tentativa de fazer avançar uma bolsa de valores no país.

O presidente do conselho de administração da BVCV, Veríssimo Pinto, garantiu mesmo que esta está agora preparada para atender "todas as solicitações dos seus potenciais clientes".

"Em seis meses, desde que tomamos posse, temos todas as plataformas tecnológicas activas, com tradução em vários bancos portugueses", afirmou Veríssimo Pinto.

Pinto adianta ainda que o `back office´ que faz a liquidação e a custódia dos títulos é o mesmo utilizado por bancos como a portuguesa Caixa Geral de Depósitos, o BCP ou, entre outros, o Banco Espírito Santo.

Nos próximos passos da BVCV vão estar em oferta "acções de empresas credíveis com sólidas estruturas financeiras", conforme explica Veríssimo Pinto.

O responsável citou os exemplos de algumas das maiores empresas cabo-verdianas que deverão ser cotadas, nomeadamente a EMPROFAC, a farmacêutica INPHARMA, a petrolífera ENACOL e, eventualmente, a transportadora aérea TACV.

"São 43 aplicações disponíveis para o consumidor, e dadas as vantagens que existem acreditamos que seja um investimento seguro e lucrativo, porque o Estado é considerado sempre uma entidade solvente e as taxas de juro são muito favoráveis", explicou.

Veríssimo Pinto afirmou ainda que as vantagens para quem quer começar a investir "são muitas", nomeadamente a eliminação do custo da procura de acções, a garantia de preços de referência determinado entre a procura e oferta e ainda mecanismos alternativos de aplicação das suas poupanças além do depósito bancário.

O presidente do conselho de administração da instituição exprimiu a convicção de que a Bolsa de Valores vai ser um instrumento importante para o desenvolvimento económico de Cabo Verde.

"Para as empresas, a Bolsa de Valores constituirá uma alternativa de recapitalização em condições privilegiadas, além de um instrumento de valorização das mesmas", defendeu o responsável.


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