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Entrevista
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Mais de metade dos portugueses desconhecem cooperação com os PALOP
- 15-Dec-2005 - 17:26
Mais de metade dos portugueses desconhecem a cooperação portuguesa e 85 por cento dos que têm ideia do que se trata consideram que é pouco significativa, de acordo com uma pesquisa hoje divulgada.
O estudo, um projecto da Universidade de Aveiro e da Plataforma Portuguesa das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD), revela que apenas 20 por cento dos inquiridos tem uma opinião positiva sobre a eficácia da ajuda, neste caso aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), principais beneficiários da cooperação portuguesa.
Em relação à credibilidade em termos de ajuda, 72,5 por cento dos inquiridos consideram que as ONG são a melhor escolha para aplicar a ajuda, enquanto apenas 14,7 por cento referem a eficácia do Governo.
Para 30,29 por cento dos inquiridos a cooperação deve ser motivada pela luta contra a pobreza, conceito que é espontaneamente associada aos PALOP e ligado às guerras.
A guerra é apontada por 66,3 por cento dos entrevistados como a primeira causa de pobreza em África, sendo o comércio internacional referido por 39,6 por cento.
Segundo a Plataforma das ONGD, os resultados revelam a pouca importância atribuída ao investimento e ao envio de técnicos para os países menos desenvolvidos, recaindo a preferência pelo apoio que se traduza na concretização de projectos.
A pesquisa, divulgada no dia em que a plataforma das ONGD celebra 20 anos, refere ainda que o aspecto financeiro é o principal obstáculo à cooperação e a Plataforma das ONGD destaca que Portugal está ainda muito longe dos 0,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) destinados à ajuda ao desenvolvimento, tal como foi assumido a nível internacional.
Segundo o documento, 46,8 por cento dos inquiridos manifestaram-se disponíveis para ser voluntários, enquanto 93,9 por cento afirmaram pretender contribuir pessoalmente para a resolução dos problemas das populações com apoio directo a organizações dos próprios PALOP.
Este estudo foi realizado em duas fases, entre 18 e 22 de Julho último, com 865 entrevistas em Lisboa, Porto, Coimbra e Faro, e entre 22 e 24 de Novembro, com 923 entrevistas realizadas em todas as capitais de distrito.

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