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Entrevista
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Cáceres Monteiro - 57 anos de vida, 37 anos de jornalismo
- 3-Jan-2006 - 19:16
O jornalista Carlos Cáceres Monteiro, que morreu hoje aos 57 anos, iniciou a carreira jornalística aos 20 anos, ocupou cargos de chefia em jornais e revistas, ganhou prémios e editou várias obras.
Nascido a 09 de Agosto de 1948, Carlos Cáceres Monteiro foi director da Visão desde a fundação da revista, em 1993, até ao ano passado.
Actualmente desempenhava as funções de director editorial do grupo Edimpresa, à qual pertence a Visão.
Entre 1977 e 1981 foi presidente do Sindicato dos Jornalistas e foi Director Geral para a Comunicação Social entre 1984 e 1985, quando Mário Soares era primeiro-ministro.
Iniciou a sua carreira jornalística aos 20 anos, depois de ter desistido do curso de Direito na Faculdade da Universidade clássica de Lisboa, onde foi também dirigente associativo.
Carlos Cáceres Monteiro começou a sua carreira nas revistas Flama e Século ilustrado, foi subchefe de redacção de A Capital e editor de política do Diário de Notícias.
Foi correspondente da revista espanhola Cambio 16, director do Jornal Sete, co-fundador de O Jornal em 1975, do qual foi director adjunto.
Carlos Cáceres Monteiro foi analista político regular na RTP, na SIC Notícias, na TSF e na Antena1.
Ao longo do seu trabalho jornalístico, cobriu vários conflitos, nomeadamente a guerra do Golfo, do Iraque e o conflito israelo-árabe.
Cáceres Monteiro considerava-se essencialmente um jornalista de "banca" e acreditava no jornalismo como "missão de vida".
"Sou um jornalista de banca, gosto da chefia e de fazer sair as edições", disse numa entrevista ao Diário de Notícias a 14 de Junho de 2004.
Em 1985 recebeu o Prémio Gazeta do Clube de Jornalistas por uma série de reportagens sobre a China e em 2002 foi considerado o jornalista do Ano pelo Clube Português de Imprensa.
Cáceres Monteiro editou diversas obras, a mais recente das quais "Hotel Babilónia", em 2004.
Anteriormente tinha editado "Mistérios da Amazónia - cadernos de uma expedição nas Guianas e no Brasil" (2002) "O Enviado especial" (1991), "Apogeu e queda de Bernardo Malaquias" (1989), "O mundo em AZERT" (1985) e "Angola, país de vida ou de morte" (1975).
Carlos Cáceres Monteiro tinha quatro filhos.

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