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Entrevista
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44% dos portugueses confiam só no Estado para as suas reformas
- 27-Jan-2006 - 0:11
Quase metade da população portuguesa confia exclusivamente no Estado para financiar as suas pensões de reforma. Assim concluiu um estudo pan-europeu realizado para a Fidelity International pela empresa de sondagem TNS Sofres.
Na altura de escolher um produto financeiro, os portugueses consideram os profissionais do sector a melhor e mais credível fonte de informação e aconselhamento. No entanto, alguns grupos, nomeadamente os jovens, recorrem aos seus familiares e amigos quando se trata de escolher produtos financeiros de maior risco, como acções, fundos de investimento ou seguros de vida. Cerca de 17% dos portugueses recorre ainda à Internet, percentagem superior à francesa, espanhola e italiana mas ainda assim abaixo da apurada nos países do norte da Europa.
Quando decidem investir nalgum dos referidos produtos financeiros, os portugueses são, entre os povos abrangidos no estudo, os que menos tempo dedicam à escolha do produto (apenas 9 dias). Em contrapartida, são dos que dedicam mais tempo à escolha de um novo automóvel ou equipamento audiovisual.
Por outro lado, no universo das pessoas que ainda não começaram a preparar a sua reforma, os portugueses são, entre os povos do sul da Europa, os que mais dificuldades têm em colocar de parte 100 euros por mês. Poupar tal quantia é extremamente difícil para cerca de 41% da população nacional, percentagem que apenas fica aquém da verificada no Reino Unido (52%) e na Alemanha (47%).
Estas são algumas das conclusões do estudo realizado em oito países europeus para a Fidelity International. A sondagem realizou-se entre Outubro e Novembro de 2005 a pessoas entre os 18 e os 60 anos e teve por objectivo apurar como os europeus preparam financeiramente as suas reformas. Em Portugal realizaram-se 792 entrevistas pessoais.
Os resultados deste estudo demonstram que as atitudes relativamente aos assuntos financeiros e à planificação da reforma variam consideravelmente de país para país. Resulta igualmente da pesquisa que o aconselhamento profissional é benéfico para os europeus no que respeita à planificação do futuro. A Fidelity International considera que é necessário informar os portugueses e os seus congéneres europeus acerca da vasta gama de possibilidades que têm à sua disposição, incluindo os fundos de investimento.

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