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using defalts layout Idalécio Barreto, director nacional da Pecuária são-tomense, disse que esta medida preventiva foi tomada conjuntamente com o ministério da Saúde, face à descoberta do vírus H5N1 da gripe das aves na Nigéria, país com qual São Tomé e Príncipe tem "grande fluxo" de trocas comerciais no sector privado.

Além do embargo aos animais e carnes da Nigéria, o responsável do Ministério da Agricultura e Pecuária de São Tome disse que outras medidas serão ainda tomadas de acordo com o parecer técnico a ser produzido por uma equipa responsável pela elaboração de um plano de prevenção desta epizootia (doença que ataca ao mesmo tempo muitos animais da mesma região).

"Esta equipa (técnicos da saúde e pecuária) vai avaliar o risco e todas as possibilidades da penetração do vírus no País, para depois podermos dizer quais serão as medidas a tomar", sublinhou Idalécio Barreto.

Acrescentou que "dada as fragilidades económicas e técnicas" para elaboração de plano nacional de prevenção, as autoridades de São Tomé e Príncipe, sobretudo, a pecuária e a saúde esperam ajuda de parceiros da cooperação.

A Nigéria segue-se aos países asiáticos e a cinco europeus cujas aves e qualquer carne animal estão impedidos de entrar no mercado do arquipélago são-tomense, face à ameaça do vírus H5N1.

Além da venda de vestuário, electrodomésticos e produtos enlatados, a Nigéria é o parceiro de São Tomé e Príncipe num processo que visa a exploração conjunta de petróleo, numa zona de sobreposição entre os dois Países.