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Revista britânica critica governo de Angola
- 8-Mar-2003 - 18:00

A revista britânica Newstatesman critica o governo de Angola, considerando-o corrupto e sem legitimidade moral para se pronunciar sobre a crise iraquiana como membro rotativo do Conselho de Segurança da ONU.


"Será que Angola não deveria fazer parte do eixo do mal?" questiona um artigo na revista Newstatesman, prestigiada revista de centro-esquerda.

O artigo, da autoria de Peter Stanford, da Cafod, uma organização humanitária católica, fala da pressão que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha têm feito para obter o apoio de Angola numa intervenção militar no Iraque.

Stanford, que trabalhou em Luanda, acusa o governo angolano de corrupção, de ser uma "cleptocracia" (em que o Estado rouba os cidadãos) e de controlar os meios de comunicação social.

Um relatório do Fundo Monetário Internacional pede contas dos lucros da indústria petrolífera, que terão "desaparecido num triângulo das Bermudas, entre a Sonangol, o Banco de Angola e o governo", alega Stanford.

O dinheiro desaparece e é usado para alimentar um sistema corrupto em que 10% dos angolanos vivem em prosperidade e o resto da população subsiste com menos de um dólar por dia e não tem acesso a escolas e hospitais.

O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que defendeu a erradicação da pobreza na África "deveria incluir Angola no eixo do mal", sugere o artigo.

"Julgando pelo seu comportamento no passado, o regime de Eduardo dos Santos irá vender o voto angolano nas Nações Unidas a quem pagar mais", escreve.

Além de comparar o governo angolano ao do Zaire, em termos de corrupção, o Newstatesman critica o Ocidente por "fechar os olhos à corrupção, à limpeza étnica e aos crimes de guerra em Cabinda para garantir o acesso às reservas de petróleo angolano e o apoio na guerra contra Saddam Hussein".


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