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  Cabo Verde
«Eleições na Guiné
devem ser adiadas»

- 11-Mar-2003 - 9:31


A tese é de Martins da Cruz para quem a CPLP continua a ser uma prioridade para Portugal


O ministro dos Negócios Estrangeiros português afirmou, no seu legítimo papel de líder da diplomacia, que a falta de recenseamento na Guiné-Bissau e as restrições políticas e à comunicação social impedirão a realização de eleições livres e democráticas no país, previstas para 20 de Abril. Martins da Cruz respondia a jornalistas a propósito da difícil situação político-económica da Guiné-Bissau, durante a cerimónia de lançamento do livro "A CPLP e o seu enquadramento", da autoria de Maria Regina Marchueta, obra que integra a colecção "Biblioteca Diplomática".


Instado a comentar as restrições à liberdade de informação e o clima de constrangimentos na Guiné-Bissau, Martins da Cruz salientou que também a Comunidade Internacional já preconizou o adiamento das eleições legislativas naquele Estado membro da comunidade lusófona.

Portugal enviou uma equipa do Serviço Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral que já comunicou a necessidade de mais tempo para que se faça o recenseamento adequado, disse Martins da Cruz.

Ainda a propósito das restrições à comunicação social e especificamente quanto à suspensão da actividade da delegação da RTP- África em Bissau, desde 30 de Novembro de 2002, após a emissão de uma reportagem sobre a morte do brigadeiro Ansumane Mané, o ministro disse que continua a aguardar resposta a um convite feito a um membro do Governo guineense para que se desloque a Lisboa, para se reequacionar o protocolo que possibilitará a reabertura do escritório da estação televisiva portuguesa.

O titular da pasta dos Negócios Estrangeiros disse que terá havido algum mal entendido que motivou, de novo, o fecho da delegação da RTP em Bissau, pois tinha ficado acordada a sua manutenção em funcionamento até se renegociar o protocolo existente entre os dois países.

Ao apresentar a obra sobre a CPLP, escrita por uma diplomata do Ministério dos Negócios Estrangeiros, numa cerimónia em que estiveram presentes diversas personalidades ligadas ao meio político-diplomático, Martins da Cruz enalteceu o trabalho de pesquisa, gracejando: "Muitas vezes ao longo da nossa carreira diplomática escrevemos coisas que não assinamos e assinamos coisas que não escrevemos".
Recordou que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é uma das prioridades da política externa portuguesa e para se falar da organização tem de se falar na Europa comunitária e nas relações transatlânticas.

A autora do livro considerou que o seu contributo para reflexão "é apenas um grão de areia muito fina" numa "casa repleta de profissionais".

No prefácio da obra, Martins da Cruz afirma que volvidos seis anos após a criação da CPLP, a Comunidade - com a paz em Angola e a independência de Timor-Leste - pode agora iniciar uma nova fase de consolidação.

"A CPLP não pode ser uma Comunidade exclusivamente unidimensional, com ênfase apenas na questão cultural, deve alargar-se e acrescentar ao seu núcleo de competências outras dimensões: económica, de defesa, social, legal, de educação e de saúde", defendeu.

Martins da Cruz considera no prefácio "essencial descentralizar a cooperação, estimulando o diálogo e a realização de iniciativas entre a sociedade civil e importante que não se instale uma sensação de défice democrático na CPLP: esta organização é sobretudo uma comunidade de povos e assim se deve manter".

Maria Regina Marchueta analisa a Comunidade no quadro da política internacional de cooperação, fala das relações entre Portugal e os diferentes países que a integram (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor- Leste), do espaço da Lusofonia e das organizações internacionais.

Foto: LUÍS FORRA/LUSA


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