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Entrevista
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Emigrantes portugueses ilegais no Canadá serão expulsos
- 7-Mar-2006 - 20:23
O embaixador de Portugal no Canadá, João Silveira Carvalho, revelou hoje que recebeu uma notificação do Ministério da Imigração canadiano a avisar que todos os emigrantes portugueses detectados pelas autoridades em situação ilegal serão repatriados.
O diplomata aludia a uma notificação que recebeu em Fevereiro e que classifica como um "endurecimento preocupante" da política de imigração do Canadá.
"É, ao mesmo tempo, uma clarificação de que este Governo é desfavorável a qualquer processo de legalização dos emigrantes indocumentados no país", referiu.
Segundo o embaixador português, a comunicação do Ministério federal da Imigração canadiano "é um recuo face às intenções do anterior Governo federal, que tinha mostrado abertura em iniciar um processo extraordinário com vista à regularização da situação dos emigrantes indocumentados, incluindo os de origem portuguesa, e até pretendia fazer uma dotação orçamental com essa finalidade".
Prevê-se agora o eventual aumento das expulsões de emigrantes portugueses em situação ilegal no Canadá, agravando a tendência que vinha a verificar-se há vários anos.
Entre 1993 e 2004, o número de emigrantes portugueses repatriados pelas autoridades canadianas quase triplicou, passando de 141 (1993) para 415 (2004), de acordo com dados cedidos pela Embaixada de Portugal em Otava.
No Canadá há meio milhão de portugueses e luso- descendentes legalizados, a que acrescerão algumas dezenas de milhar de emigrantes provenientes de várias regiões do país - sobretudo arquipélagos dos Açores e Madeira -, sem qualquer tipo de documentação que os autorize a permanecer no país.
Não se conhecem números precisos sobre portugueses indocumentados no Canadá, mas as autoridades estimam que o total de emigrantes ilegais no país ascenda a 300 mil.
Nos últimos dois anos a Embaixada de Portugal procurou sensibilizar os governos provinciais, federal e parlamentar para as dificuldades económicas de muitos cidadãos portugueses que querem emigrar para o Canadá em se deslocarem a Paris a fim de realizarem a entrevista requerida no processo de imigração.
Por outro lado, a representação diplomática portuguesa procurou que as autoridades federais aceitassem uma possível solução de legalização para emigrantes que fossem trabalhar em províncias como a Nova Escócia ou a Ilha do Príncipe Eduardo, receptivas à mão-de-obra portuguesa.

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