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Petrolífera chinesa Sinopec compra novas explorações petrolíferas
- 13-Jun-2006 - 13:53


A petrolífera chinesa Sinopec, a maior da Ásia em capacidade de refinaria, comprou três novas participações em campos petrolíferos angolanos, com um total de reservas provadas de 3.200 mil milhões de barris, informa hoje a imprensa chinesa.


A Sinopec adquiriu participações de 27,5 por cento, 40 por cento e 20 por cento em três blocos de exploração petrolífera off-shore, que vai explorar em conjunto com a Sonangol, a petrolífera estatal angolana, refere o jornal "Shangai Securities News."

Segundo o jornal, publicado em Xangai, a Sinopec detém 75 por cento da joint-venture, a Sonangol Sinopec Internacional.

Os 3.200 mil milhões de barris de reservas provadas deverão fazer aumentar a produção da petrolífera chinesa em 100 mil barris por dia, quando a parceria começar a extrair petróleo dos novos blocos, adianta o jornal de Xangai.

O "Shangai Securities News" não refere os valores pagos pela Sinopec, mas notícias anteriormente saídas na imprensa oficial chinesa informavam que a Sinopec tinha oferecido 1,9 mil milhões de euros (2,4 mil milhões de dólares americanos) pela participação nos blocos.

O negócio com a Sinopec foi concretizado dias antes de o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, iniciar uma visita de estado a Angola, a 20 e 21 de Junho, no âmbito de uma visita a sete países africanos, entre 17 e 24 de Junho.

Nem a embaixada de Angola em Pequim nem responsáveis da Sinopec se mostraram disponíveis para comentar o negócio, quando contactados pela Agência Lusa.

A Sinopec anunciou em Março a construção de uma nova refinaria em Angola, também em parceria com a Sonangol, num investimento de 2,37 mil milhões de euros (3 mil milhões de dólares americanos.)

A Sinopec investiu também mais 1,5 mil milhões de dólares para desenvolver a sua metade na exploração petrolífera do Bloco 18 ao largo da costa angolana, que explora em parceria com a petrolífera europeia BP.

De Janeiro a Março de 2006, Angola foi o maior fornecedor de petróleo à China, à frente da Arábia Saudita.

Angola exportou para a China 456 mil barris de petróleo por dia nos primeiros dois meses do ano, ou 15 por cento do total das importações petrolíferas chinesas, contra 445 mil barris por dia da Arábia Saudita, segundo dados da empresa suíça de análise energética Petromix.

Em Março, as exportações angolanas foram de 2,61 milhões toneladas de crude, contra 2,43 milhões da Arábia Saudita, que no entanto ultrapassou Angola em Abril, fornecendo à China 2,24 milhões contra os 1,77 milhões vendidos por Angola.

Segundo números apresentados em Fevereiro pelo embaixador de Angola em Pequim, João Manuel Bernardo, o volume de negócios entre os dois países foi de 3,27 mil milhões de euros (4,2 mil milhões de dólares americanos) em 2005, o que torna Angola no segundo maior parceiro comercial da China em África, a seguir à África do Sul.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo na África subsaariana, a seguir à Nigéria, e deverá dobrar a sua produção petrolífera até atingir os 2 milhões de barris por dia em 2008, de acordo com estudos da consultora britânica Wood MacKenzie.


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