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  Cabo Verde
CV Telecom com «resultados excelentes» em 2002
- 29-Mar-2003 - 15:25

A Cabo Verde Telecom conseguiu um lucro de cerca de 1,3 milhões de contos cabo-verdianos (11,66 milhões de euros) em 2002, o melhor resultado desde a privatização da empresa, em 1995.


O representante do parceiro estratégico na empresa, a Portugal Telecom Internacional (PTI), congratulou-se com os resultados apresentados à assembleia de accionistas e propôs um voto de louvor à administração.

Os resultados líquidos da CV Telecom ascenderam a 1,286 milhões de contos cabo-verdianos em 2002, mais 224 mil contos cabo- verdianos do que em 2001.

O volume de negócios no ano transacto foi de 5,625 milhões de contos cabo-verdianos (51 milhões de euros), mais 114 mil contos cabo- verdianos do que em 2001.

Desde que a empresa foi privatizada, o seu volume de negócios cresceu. Em 1998, os resultados líquidos cifraram-se em 396 mil contos cabo-verdianos (3,6 milhões de euros).

Em 2002 o serviço fixo de telecomunicações, que representa 70 por cento dos negócios da empresa, teve um abrandamento no crescimento do número de assinantes e um abaixamento do consumo médio por cliente, que passou de 3.500 escudos cabo-verdianos em 2001 (31,7 euros) para 3.400 escudos cabo-verdianos em 2002 (30,8 euros).

António Pires Correia, presidente da Comissão Executiva da CV Telecom, atribuiu o abrandamento ao nível de penetração atingido e à diminuição da média de gastos por cliente, nomeadamente nos meios rurais, onde os utilizadores têm menor capacidade económica.

Se no telefone fixo apenas se registaram mais nove mil adesões em 2002 (no total de 70.187), no móvel esse aumento atingiu 17.900 unidades, num total de 43 mil clientes.

Humberto Bettencourt Santos, presidente do Conselho de Administração da CV Telecom, realçou que no conjunto dos serviços de telecomunicações, fixo e móvel, a taxa de penetração situa-se em 25 linhas por 100 habitantes, um índice que diz não ter paralelo no continente africano.

O peso das ligações internacionais representa em termos económicos uma parcela pequena para a empresa. O tráfego de entrada representou 26 por cento do total e o de saída quatro por cento, situação explicada pelo facto de as telecomunicações serem mais caras a partir de Cabo Verde.

Portugal dominou nas comunicações internacionais, com 42 por cento do tráfego de entrada e 67 por cento do de saída.

Quanto às perspectivas futuras, a empresa espera atingir uma taxa de penetração do serviço de mais 10 por cento em 2003 e fazer crescer o tráfego da Internet em 16 por cento.

A Internet representa apenas 2,5 por cento nas contas da empresa, o que deriva de os computadores ainda estarem inacessíveis para a maioria da população.

Em termos de investimentos, a empresa prevê para 2003 um montante aproximado de 1,2 milhões de contos cabo-verdianos, que será utilizado para satisfazer a procura, melhorar a cobertura da rede móvel, lançar a TV Cabo e aumentar a segurança da rede.

O nível dos lucros anuais previsíveis para o triénio de 2003 a 2005 está estimado em 1,2 milhões de contos cabo-verdianos (10,9 milhões de euros).

Dos lucros do exercício de 2002, que ascenderam a 1,286 milhões de contos cabo-verdianos (11,66 milhões de euros), 65 por cento serão distribuídos em dividendos pelos accionistas.

Os investimentos absorvem 30 por cento e para a reserva legal são destinados 5,0 por cento.

Na distribuição do capital da Cabo Verde Telecom, a Portugal Telecom Internacional detém 40 por cento, estando o restante disperso pelo Instituto Nacional de Previdência Social (32,9 por cento), privados nacionais (13,7 por cento), trabalhadores da empresa (5,0 por cento), Estado de Cabo Verde (3,4 por cento) e ASA - Aeroportos e Segurança Aérea (5,0 por cento).

A assembleia Geral da CV Telecom foi hoje suspensa e prosseguirá a 16 de Abril para eleger os novos corpos sociais, respondendo a um pedido da PT, que sofrerá uma mudança nos corpos sociais do grupo no próximo dia 04.

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