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  Entrevista
Austrália reforça presença
militar (mais 120) em Timor

- 7-Sep-2006 - 12:28


John Howard avisa que o governo de Díli é que tem de resolver os problemas internos

O primeiro-ministro australiano, John Howard, anunciou hoje no Parlamento que a Austrália vai enviar mais 120 soldados para Timor-Leste, onde Camberra já tem 1.110 militares integrados nas força internacional de paz. Howard assegurou que a Austrália continuará a apoiar o país mas lançou o aviso, bem ao estilo de quem não quer problemas no seu quintal, de que o governo de Díli tem de começar a responsabilizar-se pelos seus próprios problemas.


As declarações de Howard surgem no mesmo dia em que o major Alfredo Reinado, que em Maio liderou a revolta de militares que contestavam o ex-primeiro-ministro timorense, Mari Alkatiri, e que está em fuga há uma semana, avisou em entrevista que disparará contra quem o tentar recapturar, incluindo forças internacionais.

Reinado disse à cadeia de televisão australiana SBS, em entrevista por telemóvel a partir de um local desconhecido (apesar de o comandante militar australiano ter dito que sabia onde ele estava) em Timor-Leste, que estava armado e disposto a defender-se, avisando as forças internacionais para não o procurarem.

«Só quero que saibam: Não venham à minha procura porque eu não sou um problema para este país», alertou Reinado.

«Mas se mesmo assim vierem atrás de mim, eu vou impedi-los. Se dispararem contra mim eu também vou disparar contra eles. Tenho o direito de me proteger no meu país», ameaçou.

O comandante das forças australianas em Timor-Leste, brigadeiro Mick Slater, tomou a ameaça a sério, mas disse que já tinha havido contactos com Reinado, esperando que o líder dos militares rebeldes se renda em breve.

«É uma ameaça séria, não há que o negar, mas nesta fase não estou preocupado», disse Slater à cadeia de televisão australiana Nine Network.

«Se ele se entregar aos soldados australianos, será tratado com justiça», acrescentou.

A fuga de Reinado e de outros 56 reclusos ocorreu a 30 de Agosto, tendo os presos saído pelo portão principal da cadeia de Becora, segundo disse na altura à Lusa o director nacional das prisões de Timor-Leste, Manuel Exposto.

Tanto Manuel Exposto como o ministro da Justiça timorense, Domingos Sarmento, atribuíram a aparente facilidade da fuga à ausência de segurança no exterior da cadeia, que estava atribuída às forças da Nova Zelândia.

O major Alfredo Reinado, que comandava a Polícia Militar, abandonou a cadeia de comando das Falintil-Forças de Defesa de Timor- Leste (F-FDTL) no início de Maio, para liderar militares rebeldes que contestavam o executivo do ex-primeiro-ministro Mari Alkatiri, entretanto substituído no cargo por José Ramos-Horta.

Durante a crise, Reinado afirmou em várias ocasiões obedecer apenas às ordens do Presidente da República e comandante supremo das forças armadas timorenses, Xanana Gusmão, com quem se encontrou a 13 de Maio.

Três dezenas de pessoas foram mortas em confrontos ocorridos sobretudo em Maio, em que estiveram envolvidos diversos grupos, incluindo militares e polícias.

A onda de violência provocou ainda cerca de 180 mil deslocados.

Depois de ter estado durante algum tempo na Pousada de Maubisse, a sul de Díli, Reinado foi detido pelas forças australianas na capital timorense a 25 de Julho, por posse ilegal de material de guerra, na sequência de uma busca da GNR às casas que tinha ocupado com os seus homens.


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