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Coats & Clark vai investir forte em África
- 8-Apr-2003 - 17:20

A Coats & Clark, subsidiária portuguesa do grupo britânico Coats, líder mundial em linhas, vai investir 2,5 milhões de euros até 2005, sobretudo em equipamentos, logística e tecnologias de informação, e lançar-se nos mercados das ex-colónias.


Parte deste investimento, a efectuar até Abril/Maio de 2005, será também canalizado para as áreas do ambiente e infra-estruturas, manufactura e qualificação da mão-de-obra, disse à Agência Lusa, o director-geral da empresa, à margem de uma visita do presidente da Câmara de Gaia à fábrica.

Actualmente com cerca de 380 trabalhadores, depois de um plano de redimensionamento que desde 1999 implicou a saída de perto de 300 funcionários, a empresa terminou já "as reestruturações mais significativas", tendo adquirido uma dimensão "competitiva", afirmou Adrian Elliot.

Assumindo como "grande desafio" o "controlo do aumento de custos por pressões inflacionistas", por via do aumento da produtividade, a Coats continua aberta a rescisões por mútuo acordo, apontando os 360 trabalhadores como meta para o final de 2004.

Numa estratégia de diversificação de produtos e mercados, a Coats & Clark está agora a estudar a entrada nas ex-colónias portuguesas, onde está "a fazer contactos" com vista a canalizar para ali parte das suas exportações.

"Estamos atentos a todas as oportunidades", afirmou a directora financeira da empresa, Maria dos Anjos Matias, sem adiantar os países em vista.

Em 2002, a subsidiária portuguesa do grupo Coats registou vendas de 31,1 milhões de euros, menos 19 por cento do que em 2001, tendo obtido um prejuízo de um milhão de euros, sobretudo devido aos custos com as rescisões de contratos com trabalhadores.

Paralelamente, explicou à Lusa o director-geral, em 2002 assistiu-se a um "declínio do mercado industrial", com uma quebra de 10 por cento nas vendas para este segmento, acompanhada de um crescimento de apenas dois/três por cento no segmento "crafts" (consumo doméstico).

A descida das vendas reflectiu ainda o encerramento das unidades de fiação e torção, que não resistiram à competição do Paquistão e do Egipto, e que implicou a saída de cerca de 130 trabalhadores.

Para este ano, Adrian Elliot antecipa a manutenção das vendas nos 31,1 milhões de euros e um lucro de 1,5 milhões de euros, fruto do crescimento do mercado doméstico e da manutenção do segmento industrial ao mesmo nível de 2002.

O mercado doméstico representa, aliás, perto de 90 por cento das vendas da Coats & Clark, metade das quais correspondem a exportação, sobretudo para outras unidades do grupo.

Segundo adiantou à Lusa o director-geral da empresa, a Espanha é o principal cliente de exportação, surgindo depois cerca de 20 outros países, sobretudo da União Europeia, para além dos Estados Unidos, Canadá, Cabo Verde e Brasil.

Em Vila Nova de Gaia desde 1905, a Coats & Clark produz e comercializa mais de mil toneladas de linha por ano, num total de 15 mil artigos em cerca de duas mil cores, sob as marcas "Âncora", "Corrente" e "Anchor".

No segmento industrial, a empresa abastece sobretudo os fabricantes de vestuário, calçado e automóvel.

Para além da unidade de Gaia, a Coats & Clark possui ainda uma subsidiária em Odivelas - a Opti-lon Fechos de Correr - que fabrica seis milhões de metros/ano de fechos de correr para usos industriais e consumo doméstico.

O grupo britânico Coats, que reclama a liderança mundial na distribuição de linhas e o 2/o maior fornecedor de fechos de correr, tem fábricas em 65 países e emprega cerca de 30 mil trabalhadores.

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