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Lula da Silva anuncia plano para acelerar o crescimento económico
- 22-Jan-2007 - 15:00


O Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou hoje em Brasília um plano para acelerar o crescimento da economia brasileira nos próximos quatro anos.


O chamado Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) inclui uma série de medidas para estimular o investimento público e de empresas privadas, no total de cerca de 500 mil milhões de reais (181,8 mil milhões de euros).

"O desafio agora é acelerar o crescimento da economia com a manutenção das conquistas obtidas nos últimos anos. É hora de superar barreiras", disse Lula da Silva, ao lado de dezenas de governadores e de políticos aliados.

"Queremos crescer de forma correcta, diminuindo as desigualdades e distribuir rendimentos, colocar o país num ritmo mais compatível com a sua capacidade e com a sua força", salientou.

Lula da Silva salientou que as medidas incluem a redução de impostos e o aumento do crédito para empresas privadas, sem comprometer a estabilidade da economia brasileira.

"A cultura produtiva aliada a um novo humanismo deve ser um motor para transformar o país. O melhor de tudo é conseguimos implantar uma base sólida para que tudo isso aconteça", disse.

Do total dos investimentos, 300 mil milhões de reais (109 mil milhões de euros) serão investimentos públicos, nomeadamente de empresas estatais com a Petrobras, responsável por 40 por cento.

Os restantes 200 mil milhões de reais (72,7 mil milhões de euros) seriam investimentos de empresas privadas que terão redução de impostos como forma de estímulo.

Lula da Silva iniciou o segundo mandato presidencial a 01 de Janeiro com o desafio de acelerar o crescimento da economia brasileira conjugado com uma melhor distribuição do rendimento nacional.

A meta da equipa económica do Presidente brasileiro é de um crescimento económico de cerca de cinco por cento este ano, resultado muito acima do esperado para 2006 (apenas 2,7 por cento).

"O plano é uma costura de projectos já existentes e de outros projectos novos, mas que pode ser considerado o programa de governo do segundo mandato de Lula da Silva", salientou a analista política Lúcia Hippolito ao canal GloboNews.

Analistas económicos e empresários esperam, entretanto, que o crescimento da economia seja menor este ano, de cerca de 3,5 por cento.

Uma das razões desse crescimento menor do que o esperado foi o recente aumento de despesas públicas com o aumento dos salários dos servidores e do salário mínimo, anunciados pelo próprio presidente.

"O aumento das despesas diminui os recursos públicos destinados aos investimentos", disse o empresário Jorge Gerdau, um dos maiores produtores brasileiros de aço. "Sem aumentar o investimento público o país não cresce, por isso é preciso diminuir o custo do governo, através de uma maior eficiência", disse o empresário, que acompanhou o anúncio do PAC, em Brasília.


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