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  Cabo Verde
Bancos participam em campanha de ajuda a alunos pobres
- 16-Apr-2003 - 16:41

As instituições bancárias de Cabo Verde aderiram a uma campanha internacional de recolha de meios financeiros e materiais escolares para apoiar os 16 mil alunos mais carenciados do país, foi hoje anunciado na Cidade da Praia.


Além de donativos financeiros, os bancos de Cabo Verde, todos eles com capitais de instituições congéneres portuguesas, vão isentar das taxas bancárias os cidadãos que queiram proceder a transferências de montantes para as contas do Instituto Cabo-verdiano de Acção Social Escolar (ICASE).

O protocolo, hoje assinado, envolve o Banco Totta de Cabo Verde (detido pelo Banco Totta de Portugal), a Caixa Económica de Cabo Verde (com participação do Montepio Geral), o Banco Comercial do Atlântico e Banco Interatlântico (ambos pertencentes ao Grupo Caixa Geral de Depósitos).

Ao projecto aderiu igualmente a empresa Sistema Interbancário de Serviços de Pagamentos (SISP), que gere a rede de pagamentos automáticos através de cartão "Vinti Quatro", equivalente ao sistema português "Multibanco".

Os bancos também se disponibilizaram para participar na divulgação da campanha do ICASE, com a afixação de cartazes e distribuição de desdobráveis nas suas agências.

Algumas instituições poderão igualmente envolver as suas participadas nas campanhas de informação, nomeadamente em Portugal, junto dos emigrantes cabo-verdianos.

Felisberto Moreira, presidente do ICASE, explicou à Agência Lusa que uma forte aposta é a mobilização de recursos da diáspora, embora os destinatários sejam todos os membros da sociedade cabo- verdiana.

A campanha teve início no passado 28 de Março, numa cerimónia patrocinada pelo presidente da República, Pedro Pires, e prolongar-se- á durante um ano.

Para garantir a dimensão internacional da acção, o ICASE providenciou diferentes mecanismos e modalidades de participação, e preparou um "site" na Internet (www.icase.cv) e uma linha telefónica (00 238 624843) para fornecer "todas as informações sobre os procedimentos necessários à adesão à campanha".

O "site" fornece, entre outros dados, os números das contas para as quais as contribuições devem ser enviadas, bem como um formulário de autorização de débito através do qual os emigrantes que tenham contas em Cabo Verde autorizarão os bancos a procederem às transferências que determinarem.

"Além de contribuições financeiras, aceitamos o envio de todo o tipo de material escolar, equipamentos informáticos e vestuário, que ajudem os alunos carenciados no seu processo escolar", precisou Felisberto Moreira, especificando a abrangência da campanha.

Aquele responsável adiantou que existem outras modalidades de apoio aos alunos carenciados, que poderão ser escolhidas de acordo com as possibilidades e as opções daqueles que queiram envolver-se na campanha.

Felisberto Moreira explicou que no "site" na Internet são fornecidos diferentes quadros referentes às despesas escolares anuais dos alunos, incluindo propinas, vestuário, material escolar e transporte, ficando ao critérios das pessoas escolher o programa que pretendam financiar.

A esta acção, adiantou, "está subjacente a preocupação de sustentabilidade das oportunidades de formação académica e profissional dos filhos das famílias mais pobres, numa óptica de parceria entre o Estado e a sociedade".

Felisberto Moreira precisou que o ICASE já financia as propinas de cerca de sete mil alunos dos ensinos básico e secundário, num total de 4.500 contos cabo-verdianos (36.297 euros) anuais, mas as necessidades ultrapassam as capacidades do instituto.

"Temos cerca de 16 mil alunos carenciados, cujos rendimentos familiares vão até aos 25 mil escudos cabo-verdianos (226,8 euros), e a campanha destina-se a angariar o maior número possível de apoios para esses alunos", indicou o presidente do ICASE.

O envolvimento da emigração cabo-verdiana espalhada pelos quatro cantos do Mundo é uma das apostas do ICASE, e para isso, o instituto diz contar com o apoio de todas as embaixadas de Cabo Verde e das associações de cabo-verdianos existentes nos diferentes países de acolhimento.

Até ao momento, a campanha "está a ter alguma adesão" e para o próximo dia 21 está programada uma sessão pública para entrega ao ICASE de donativos de diversas instituições instaladas no país.

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