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  Cabo Verde
MpD diz que acusação de pedofilia é campanha contra a oposição
- 22-Apr-2003 - 18:03

O presidente do Movimento para a Democracia (MpD) de Cabo-Verde, Agostinho Lopes, condenou hoje as acusações de envolvimento de um dirigente daquele partido em crimes de pedofilia, que comparou a tácticas usadas no passado em períodos pré-eleitorais.


"As campanhas vêm aí e para angariar alguns votos, se for preciso conspurca-se a imagem de políticos e partidos opositores. Os fins justificam os meios", declarou hoje na Cidade da Praia, em conferência de imprensa, Agostinho Lopes.

O presidente do MpD saiu, assim, em defesa de Rui Figueiredo Soares, líder parlamentar do partido e coordenador das próximas eleições autárquicas, que segunda-feira emitiu uma declaração política na Assembleia Nacional para negar qualquer envolvimento num caso de pedofilia na zona do Tarrafal e que levou à detenção do responsável da cooperação do Luxemburgo em Cabo Verde.

De acordo com Agostinho Lopes, a propósito de pedofilia "vem sendo lançada, por certa imprensa, uma série de suspeições incriminatórias sobre dirigentes da oposição, com o desejo mais ou menos confesso de levar os partidos da oposição para a lama".

"Pior que tudo é que certos partidos políticos vêm utilizando os seus militantes para, em bares e lugares de lazer ou de discussão, fazer espalhar as calúnias que produzem em jornais. É uma táctica utilizada no passado e que terá dado frutos", disse.

Para o presidente do MpD, principal partido da oposição, "fica- se com a impressão de que, face às dificuldades de governação e estando a aproximar-se a hora de prestar contas, há gente que pensa que é preciso desacreditar e destruir adversários políticos, que é preciso condicionar a oposição na denúncia dos desmandos que se vêm praticando".

Agostinho Lopes considerou que as calúnias contra o MpD e contra Rui Figueiredo Lopes são "inaceitáveis, condenáveis em democracia" e só possíveis "por parte de gentes e organizações que nutrem um enorme desrespeito pela pessoa humana, pela dignidade e pelo direito ao bom-nome".

Tais acusações, prosseguiu, "têm um propósito claro: têm a ver com o político Rui Figueiredo Soares, os cargos que exerce e o partido que representa".

"Acredito que está inocente e é minha obrigação reiterar-lhe a confiança. E se depender de mim, não vai sair do grupo parlamentar nem de coordenador das eleições autárquicas", marcadas para os primeiros meses de 2004, garantiu.

O presidente do MpD, igualmente vice-presidente da Assembleia Nacional, disse não ter conheciamento, "nem oficial nem oficioso", da entrada de um pedido das autoridades judiciais para o levantamento da imunidade parlamentar a Rui Figueiredo Soares.

No entanto, o visado solicitou, segunda-feira, o levantamento da imunidade parlamentar para poder depor perante as autoridades judiciais.

Rui Figueiredo Soares reagia a uma notícia publicada sexta- feira pelo jornal "A Semana", a propósito da prisão, quarta-feira, por suspeita de pedofilia, do responsável da cooperação luxemburguesa na Cidade da Praia, Philipe Aschman, e com a alusão ao envolvimento de "um conhecido político da oposição".

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