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  Cabo Verde
Em perspectiva assembleia extrardinária Instituto Língua Portuguesa
- 1-May-2003 - 19:28

O Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) poderá vir a realizar uma assembleia-geral extraordinária, este ano, para aprovar os projectos de acção, soube hoje a Agência Lusa.


Ana Paula Henriques, presidente do órgão, disse ser "bem provável" a realização de uma reunião extraordinária, em declarações no final dos trabalhos da II assembleia-geral, que decorriam desde segunda-feira na Cidade da Praia, Cabo Verde, sede da organização.

As assembleias ordinárias realizam-se uma vez por ano, mas perante a impossibilidade de aprovar um conjunto de projectos de acção, por não estarem em conformidade com as regras definidas pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), poderá recorrer-se a uma extraordinária.

"Houve a identificação de projectos, mas terão de ser formatados conforme o manual de procedimentos da CPLP, e terão de ficar prontos dentro de seis meses", explicou à agência Lusa a directora executiva do IILP, a cabo-verdiana Ondina Ferreira.

A criação de um observatório da língua portuguesa, que registe a diversidade linguística, e o levantamento estatístico dos falantes no espaço da CPLP e fora são alguns dos projectos em perspectiva, que poderão entrar em execução dentro de seis meses.

Ana Paula Henriques explicou que a assembleia solicitou que houvesse projectos que permitissem a divulgação da língua, e ter a informação daquilo que existe como realidade nos países da CPLP.

"Falantes, locais onde se fala a língua, organizações nas quais a língua é falada é trabalho a ser feito, explicou a presidente da assembleia-geral, que representa Angola.

Uma "grande prioridade" - acrescentou - é encontrar formas de cooperação para a formação e aumento do número dos professores de língua portuguesa nos países onde essa necessidade se faz sentir.

A assembleia debateu a questão das quotas, perante a dificuldade de alguns países em pagar o montante estabelecido há um ano, de 20 mil dólares. Então foi decidido que se mantinha a quota única e que os países que tivessem dificuldade pagariam apenas uma parte e deixariam em dívida a restante.

O Instituto poderá dispor da sua sede definitiva no último trimestre do corrente ano, com a transferência dos serviços para a Casa Cor-de-Rosa, localizada no centro histórico da Capital do país, no Plateau.

Para o IILP já havia um projecto, da autoria do arquitecto português Siza Vieira, para a construção de um edifício de raiz, mas os Estados de Cabo Verde e Portugal, por indisponibilidade financeira, resolveram pô-lo de lado.

Em alternativa foi readaptado o projecto de reabilitação da Casa Cor-de-Rosa, que tinha sido perspectivada para acolher um centro cultural luso-cabo-verdiano.

Questionada sobre a posição de Angola relativamente à mudança de estratégia quanto à sede do IILP, Ana Paula Henriques disse tratar- se da "aceitação da realidade, pois não há a negação por parte de Portugal de que não vai construir a sede".

Na II assembleia-geral do IILP foi também aprovado o seu orçamento de funcionamento, que, segundo Ondina Ferreira, ascende a 151 mil euros.

Só a partir da aprovação dos projectos para o programa de acção é que será estabelecido o montante do orçamento de investimento.

A criação de uma revista que sirva de veículo de comunicação entre as comissões nacionais do IILP, que numa primeira fase terá uma versão electrónica, e numa segunda em papel, foi outra das decisões da assembleia, que teve início segunda-feira e esta noite encerrou.

Para preparar a revista, no prazo de seis meses, foram incumbidos Portugal e Moçambique.

A angolana Ana Paula Henriques considera que com esta II assembleia foram encontrados os caminhos para que o IILP exerça as funções que lhe foram atribuídas pela CPLP, que são a de difusão, promoção e enriquecimento da língua portuguesa.

"Esta assembleia aprovou, e concedeu ao Instituto, os elementos que permitem que de facto cheguemos a bom porto", concluiu.


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