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  Brasil
Más condições de trabalho condicionam a liberdade de imprensa
- 3-May-2007 - 14:39


O presidente do Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (Sinjotecs) da Guiné-Bissau denunciou hoje as "más condições" de trabalho e afirmou que a situação condiciona a liberdade de imprensa no país.


Em declarações à margem das comemorações do Dia Mundial de Liberdade de Imprensa, Mamadu Candé disse que os profissionais guineenses "actuam num quadro difícil" motivado pelas "más condições de trabalho".

Mamadu Candé exemplificou com a ausência de um quadro jurídico compatível com a profissão do jornalismo, os baixos salários, a ausência de contratos de trabalho, factores que, defendeu, contribuem para a manipulação dos jornalistas.

O lema escolhido este ano pelo Sinjotecs para comemorar a Dia da Liberdade de Imprensa é "Salvaguardar a Liberdade de Expressão e de Imprensa para o Reforço da Democracia".

Tendo em conta as condições em que os profissionais operam na Guiné-Bissau, o presidente do Sinjotecs considera ser difícil caracterizar o grau de liberdade de imprensa no país, voltando a dar o exemplo o salário que é praticado na maioria dos órgãos de comunicação social.

"Só esse factor concorre para que os jornalistas se tornem vulneráveis, limitando a sua liberdade no trabalho", defendeu Mamadu Candé.

Confrontado com estas alegações do presidente do Sinjotecs, o secretário de Estado da comunicação social guineense, João de Barros, afirmou que compreende a preocupação de Mamadú Candé, na medida em que, o próprio governo está de acordo com a análise.

"Sabemos que os profissionais de todos os sectores da comunicação social trabalham em condições deploráveis. O governo tem consciência disso", disse João de Barros, anunciado propostas do executivo para alterar a situação.

O secretário de Estado da comunicação social guineense disse que, brevemente, o governo conta receber apoios de Angola, Portugal, Brasil e Espanha, com os quais irá sanear as "debilidades económicas e técnicas" dos órgãos de comunicação social.

De Angola, o governo de Bissau conta receber um apoio financeiro avaliado em cerca de um milhão de dólares (736 mil euros) enquanto que de Portugal, Brasil e Espanha espera ter apoios no domínio de formação dos profissionais, indicou João de Barros.

O dinheiro vindo de Angola servirá para o equipamento de todos os órgãos de comunicação social do país, públicos e privados, precisou o governante. Por outro lado, o secretário de Estado da comunicação social enalteceu a apreciação feita pela ONG Freedom House em relação à situação da liberdade de imprensa na Guiné-Bissau.

Segundo João de Barros, o governo guineense registou com "satisfação e entusiasmo" o ultimo relatório anual sobre a situação da liberdade de imprensa no mundo em que a Guiné-Bissau é caracterizada como país com liberdade parcial.

"É uma evolução positiva da situação da Guiné-Bissau. É a primeira vez que isso acontece", frisou João de Barros, acrescentando que é um passo importante rumo à consolidação do Estado de direito democrático.

Segundo Bacar Baldé, secretário-geral do Sindicato dos Jornalistas e Técnicos da Comunicação Social (Sinjotecs) existem na Guiné-Bissau cerca de 350 operadores de imprensa registados, embora um número considerável de profissionais não estejam vinculados ao sindicato.


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