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União Europeia apoia o país no desenvolvimento ambiental
- 11-May-2007 - 16:07
A União Europeia e o Governo da Guiné- Bissau assinaram hoje duas convenções de financiamento às áreas de gestão da biodiversidade da zona costeira guineense e dos recursos naturais, consideradas fundamentais para o desenvolvimento sustentável do país.
Os dois documentos foram assinados pelo chefe da delegação da Comissão Europeia no país, o embaixador Franco Nulli, e pelo ministro das Finanças guineense, Issuf Sanhá.
O Programa de Apoio à Gestão de Recursos Naturais visa preservar os ecossistemas mais vulneráveis na zona da fronteira entre a Guiné-Bissau e a Guiné-Conacri, nomeadamente nos locais banhados pelos rios Corubal, Cogon e Nunez.
Segundo o embaixador Franco Nulli, este projecto de carácter ambiental corresponde às "orientações e preocupações nacionais de luta contra a pobreza e protecção dos recursos naturais, confirmando a sua importância no processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau".
O outro documento assinado, o Projecto de Gestão da Biodiversidade e da Zona Costeira da Guiné-Bissau, consiste "num fundo de iniciativas ambientais locais para o financiamento do desenvolvimento sócio-económico durável e igualitário das comunidades estabelecidas em áreas protegidas", nomeadamente no arquipélago dos Bijagós.
O objectivo do projecto é, segundo o embaixador Franco Nulli, "dar às comunidades modos de vida alternativos a práticas que em alguns casos possam ser prejudiciais em termos de conservação dos recursos naturais", permitindo a manutenção de ecossistemas e espécies.
O segundo projecto será gerido pelo Banco Mundial que estabeleceu um Acordo de Administração com a delegação da Comissão Europeia no país.
O ministro das Finanças guineense salientou, por seu lado, que as duas convenções assinadas vão "ajudar o Governo a colmatar uma grande lacuna na luta contra a pobreza".
Referindo a "forte pressão sobre os recursos costeiros e marítimos", 80 por cento da população está concentrada nas zonas costeiras, Issuf Sanhá reconheceu que a falta de um plano de gestão durável nas zonas costeiras "põe em perigo" o meio ambiente.
Nesse sentido, agradeceu o apoio da Comissão Europeia, considerando-a como o "principal parceiro de desenvolvimento" da Guiné- Bissau.

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