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IAADH solidária com os angolanos de França
- 25-May-2007 - 11:28
«Como cidadãs angolanos na diáspora cumprindo com o direito que nos cabe, a Iniciativa Angolana Antimilitarista para os Direitos Humanos (I.A.A.D.H), vem através deste comunicado solidarizar-se com o “Colectivo Angolano de França”, pelo acto de coragem e patriotismo levado acabo no passado sábado dia 19 de Maio.»
«A simplificação de número de participantes conforme da a conhecer o comunicado da embaixada angolana acreditada em França, são provas da arrogância cancerina em menosprezar todas acções levadas acabo por compatriotas que se revêem livres de suas expressões.
Como seres humanos se na realidade amamos a nossa terra, seremos incapazes de ignorar, a péssima situação social em que os angolanos foram forçados a viverem reinados por estrangeiros em sua própria terra, mergulhados numa tremenda miséria já mas vista antes da independência.
Os membros da IAADH estão convictos que muitos da dita “esmagadora maioria de angolanos radicados na República francesa”, por amarem o seu país e identidade, só não participaram com receio de supostas represálias, mas de certeza, vontade não lhes faltou. Para todos eles (até os que não participaram), a manifestação do dia 19, quebrou-lhe sem dúvida as algemas atadas da opressão transportada ao longo de 31 anos de independência.
O governo de Angola ao apartar a diáspora, confirma o seu habitual e implacável dinamismo em estabelecer políticas contra os imigrantes contribuindo para o desperdiço da sua diáspora.
Com a exclusão do direito ao voto, a diáspora é posta automaticamente fora do contexto nacional dividindo os filhos de Angola em categorias. O direito humano conferem ao homem a liberdade de estabelecer sua residência em qualquer país ou território que não seja a sua terra natal, não devendo com isso constituir condição que penalize os seus direitos democráticos.
Os angolanos, não saem de Angola com o propósito de rebelarem-se contra o governo conforme são intendidos. Mas a falta de políticas de enquadramento dos povos ou as comunidades retirando os seus direitos (tais como o do voto), são razões suficientes para que os angolanos usufruindo das políticas democráticas estabelecidas pelos países acolhedores, organizem-se para reivindicarem os seus direitos como aconteceu no dia 19 de Maio.
Os Angolanos no exterior, vivem desprotegidos pelo seu governo representado por embaixadas desprovidas de políticas de acolhimento ou de unificação dos filhos da pátria mãe. O desprezo da sabedoria e experiências adquirida ao longo dos tempos pelos angolanos no exterior, é pautada pela falta de políticas que visem o aproveitamentos dos recurso humano nacional.
Portugal que na maior parte das circunstâncias tem sido padrão de exemplo para Angola, assim como outros países desenvolvidos, já mais excluiu o direito aos seus imigrantes. Esses, têm os imigrantes como a expansão da cidadania alem fronteira trazendo uma visão tridimensional para o desenvolvimento do país de origem, se tivermos em conta que todo ser humano é dotado de certa utilidade adquirida pela personalidade que lhe confere e é parte integral da sociedade.
No comunicado propagandístico com estigmas tribalista, a embaixada de Angola em França publicado pela Angop, procura tapar o sol com a peneira usando a fraseologia “essa tentativa de humilhação de toda a nação angolana e dos angolanos residentes em França resultou num fracasso, sublinhando que a aventura, em que participaram não mais de 20 apoiantes, não envolve, de nenhum modo, a esmagadora maioria de angolanos radicados na República francesa”.
- Se a humilhação de toda nação é reivindicar os seus direitos em praça pública, á que chama-mos a degradante situação social angolana, onde morrem diariamente 55 crianças por falta de cuidados médicos. (Será o orgulho de 30 anos de governação?)
acreditamos que a mesma embaixada embora com um certo cinismo, tem pleno conhecimento do desanimo da dita “esmagadora maioria de angolanos radicados na República francesa” em relação a situação social angolana e assim como da desgovernação do governo que viola constantemente o direito a vida da liberdade de expressão dos angolanos sempre que bem lhes apeteça.
Em 1992 a diáspora não votou por conveniência do regime de Luanda e com a mesma conveniência do todo poderoso, o mesmo acontecerá com as próximas eleições. Em face da discriminação ditada pelo regime, o grupo que a embaixada menospreza, é o mesmíssimo que, inspira encontrolavélmente outros grupos na diáspora a reivindicar os seus direitos como angolanos dignos.
A IAADH condena órgão informativo usado pela embaixada demostrando a sua ignorância em destinguir o papel de uma Embaixada em relação ao Estado, Governo e partido político.
Temos pleno conhecimento que a iniciativa de protesto levada acabo em França, abriu caminho para a continuação em outros países e breve será em Berlim em data anunciar.
Com amor a nossa querida Angola
Estamos convosco e com todos que lutam para o bem da Pátria Angola
Berlim, aos 25 de Maio de 2007»

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