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CPLP diz que quer quer levar Português ao máximo de organizações
- 31-May-2007 - 19:25
O secretário-executivo da CPLP frisou hoje que um dos objectivos da organização lusófona é elevar o português a um estatuto que lhe permita tornar-se uma língua oficial e de trabalho nas organizações internacionais.
Luís Fonseca comentava o facto de a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) celebrar hoje, na sua sede, em Paris, o 2º Dia da Língua Portuguesa, iniciativa lançada em 2006.
"Não direi que lutamos para que o português seja utilizado como língua oficial e de trabalho em todas as organizações internacionais, mas sim no maior número possível delas e com as quais tenhamos naturalmente interesse nas discussões em causa", afirmou Luís Fonseca.
Lembrando que o idioma de Camões é falado por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, o secretário executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) realçou que o português é já utilizado como língua de trabalho e oficial em várias organizações regionais.
"Além da União Europeia (UE) e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEIA), o português já é utilizado na UA (União Africana), CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental) e SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), entre outros exemplos", afirmou.
A celebração de Paris, acrescentou, vem, assim, nesse contexto, pois trata-se de um "reconhecimento da importância da Língua Portuguesa no mundo", apadrinhado pelo director-geral da UNESCO, o japonês Koichiro Matsuura.
Na sede daquela organização, na capital francesa, a cerimónia conta também com a presença do coordenador do Grupo da CPLP na UNESCO, o embaixador angolano Almerindo Jaka Jamba, e da directora executiva do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Amélia Mingas.
Amélia Mingas, aliás, fará uma apresentação dos objectivos do IILP, entidade com sede na Cidade da Praia (Cabo Verde), que apesar da ideia ter sido lançada em 1989, sete anos antes da criação da CPLP (1996) só começou a funcionar em 2002.
A cerimónia contará ainda com dois momentos culturais, com as actuações dos cantores Cândido Xerinda, moçambicano, e Mónica Passos brasileira.
Em 2000, a CPLP e a UNESCO assinaram um acordo de cooperação nos domínios da Educação, Cultura, Comunicação, Ciência e Tecnologia, sendo também parceiros na promoção da diversidade cultural tolerância, diálogo e cooperação.

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