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Presidente Cavaco Silva quer proximidade com emigrantes
- 9-Jun-2007 - 21:15
O presidente português, Aníbal Cavaco Silva, disse neste sábado que "o Estado português não pode alhear-se nem demitir-se" de resolver os problemas dos emigrantes.
Num discurso dirigido às comunidades portuguesas pelo mundo, na véspera das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, assinalado a 10 de Junho, Cavaco Silva afirmou que o Estado tem que "garantir estruturas" de apoio aos emigrantes, numa referência aos consulados portugueses espalhados pelo mundo.
Porque "nem sempre é fácil manter os laços" com Portugal e "o afecto e a saudade podem não ser suficientes para assegurar a preservação de laços sólidos entre os emigrantes e as suas origens", acrescentou o presidente luso.
"Há que garantir estruturas institucionais que permitam aos emigrantes manter e aprofundar os contactos com o seu país de origem", disse Cavaco Silva durante uma declaração que fez no antigo edifício do Banco de Portugal, em Setúbal, onde visitou uma exposição sobre a emigração portuguesa.
O chefe do Estado de Portugal afirmou ser necessário que os emigrantes "conheçam a realidade portuguesa e acompanhem a sua evolução" e que "percebam que o país oferece hoje novas oportunidades para a realização de investimentos produtivos".
Numa "saudação muito calorosa às comunidades espalhadas pelo mundo", pelo "exemplo que representam para o país", o presidente lembrou ter ido comemorar o seu primeiro ano de mandato com uma visita a Luxemburgo, onde vive a uma grande comunidade portuguesa.
Cavaco Silva confessa o seu "firme propósito" para que os luso-descendentes "não percam - antes reforcem - os laços que os unem à terra de onde partiram".
No final do mês, Cavaco Silva viaja para os EUA para "contatar de perto” as comunidades existentes no país, em Boston, New Bedford e Newark.
"Levo-lhes a mesma exortação que faço agora a todos os emigrantes: não se esqueçam de que existe um país onde tudo começou e que permanece vosso. Esse país é Portugal", afirmou.

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