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  Cabo Verde
Língua portuguesa vai ter observatório com sede em Cabo Verde
- 9-May-2003 - 14:57

A língua portuguesa vai ter um observatório, com sede em Cabo Verde, para avaliar o seu estatuto e importância no mundo, anunciou hoje a directora executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), a cabo-verdiana Ondina Ferreira.


Salientando que se trata do projecto mais arrojado que o IILP pretende erguer a "médio ou longo prazo", Ondina Ferreira admitiu à Agência Lusa que os primeiros passos para a concretização do observatório deverão ser dados no último trimestre deste ano.

O observatório "vai fazer todos os registos da língua portuguesa, com anotações constantes de actualização, com a diversidade da língua, que é, no fundo, a sua riqueza", explicou Ondina Ferreira.

O levantamento estatístico do universo dos falantes da língua portuguesa, que deverá iniciar-se no último trimestre do corrente ano, constituirá uma das vertentes do projecto, salientou.

Pretende-se saber quem fala a língua portuguesa, e onde, com a "maior aproximação à verdade", nos "mais diversos níveis de competência de expressão - no falar, no escrever, no compreender", disse Ondina Ferreira.

"Estamos a tentar parcerias com as instituições estatísticas e com outros organismos afins que fazem esse tipo de trabalho, como as universidades, ou o Instituto Camões", referiu.

O levantamento estatístico dos falantes avançará primeiro nos oito Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné- Bissau, Moçambique, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor- Leste.

Seguir-se-ão outros territórios do Mundo onde a língua portuguesa é utilizada.

Ondina Ferreira disse também à Agência Lusa que o registo das variantes da língua portuguesa e o desenvolvimento de estudos de investigação sobre a evolução, estado e expansão do idioma em cada país são outras das acções prioritárias do observatório, que deverão avançar no início de 2004.

Outro projecto a integrar no observatório é o "levantamento do estatuto e do uso da língua portuguesa em fóruns internacionais e regionais", referiu.

"Isto vai permitir identificar prioridades e estratégias comuns dos "OitoÈ para promover a utilização do português" nessas organizações e realizações internacionais, salientou Ondina Ferreira.

Nessa estratégia, o IILP pretende envolver também os ministérios de Negócios Estrangeiros ou de Relações Exteriores dos Estados membros.

Com sede permanente em Cabo Verde, o IILP foi criado em 1989 e tem "por objectivos fundamentais a promoção, a defesa, o enriquecimento e difusão da Língua Portuguesa como veículo de cultura, educação, informação e acesso ao conhecimento científico e tecnológico".

Salientando que a língua portuguesa "é um pouco a menina dos olhos da CPLP", Ondina Ferreira considerou que é agora chegada a altura de "apostar no reforço institucional do IILP, com a criação de um quadro técnico".

A questão foi abordada na II Assembleia Geral do Instituto, realizada na semana passada na Cidade da Praia, em que se equacionou uma "estrutura ágil, flexível" de técnicos, com competência para emitir pareceres e conceber projectos que digam respeito às áreas de intervenção deste organismo da CPLP.

"A ideia é termos um quadro de mobilidade e de cooperação com os Estados membros. E estou crente que há Estados membros que rapidamente poderão responder a isso, como são os casos de Cabo Verde, Portugal e Angola, habituados que estão à cooperação bilateral e multilateral", admitiu à Agência Lusa Ondina Ferreira.

Nesse âmbito, prosseguiu, haverá uma conjugação de esforços com o Estado membro para a mobilização de técnicos nacionais que prestem apoio técnico em Cabo Verde, com uma periodicidade que poderá ser de "um mês por trimestre".

A Assembleia Geral da semana passada decidiu também incumbir Moçambique e Portugal de apresentar, no prazo de seis meses, o projecto da "Revista IILP".

Concebida como um veículo de comunicação entre a sede do IILP e as comissões nacionais em cada Estado membro da CPLP, a revista terá uma primeira versão electrónica, acessível pela Internet, e posteriormente será também editada em papel.

Foi igualmente preparado o concurso para o logótipo do IILP, a lançar em Cabo Verde e posteriormente divulgado por cada comissão nacional nos respectivos países.

Este processo terá de ficar concluído até ao próximo dia 31 de Outubro, cabendo ao primeiro classificado um prémio de 2.000 dólares norte-americanos.

Além da coordenação central e da sede em Cabo Verde, cada país tem uma comissão nacional do IILP, que integra personalidades da sociedade e técnicos da língua.

O Brasil é a excepção do Brasil, já que este país optou por integrar as questões da língua portuguesa num departamento do Ministério das Relações Exteriores.

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