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  Angola
Bruxelas avisa que retaliação só irá atrasar saida da lista negra
- 4-Jul-2007 - 14:08


A Comissão Europeia considerou que medidas de retaliação que Angola ameaça contra transportadoras europeias "apenas irão atrasar" a resolução do problema e ofereceu a "cooperação" da UE e Estados-membros para ultrapassar a situação rapidamente.


"Medidas de retaliação apenas irão atrasar o processo" que vai levar à resolução do problema, advertiu o porta-voz do comissário europeu dos Transportes depois do anúncio da inclusão da transportadora angolana na lista negra de empresas proibidas de voar na União Europeia.

Michele Cercone sublinhou que o que poderá ajudar é "apenas e exclusivamente" uma melhoria das condições de segurança da TAAG.

A Comissão Europeia anunciou hoje em Bruxelas a inclusão da transportadora aérea angolana TAAG na "lista negra" das companhias proibidas de operar no espaço aéreo europeu por motivos de segurança.

A decisão hoje adoptada pela Comissão surge na sequência de um parecer do seu Comité de Segurança Aéreo, que na semana passada aprovou por unanimidade a quarta actualização da lista de companhias proibidas de voar nos céus da União Europeia por razões de segurança.

O porta-voz sublinha que decisão tomada tem apenas "por base razões de segurança" e uma eventual retaliação "não irá ajudar a resolver os problemas e não terá qualquer efeito".

"A União Europeia e os seus Estados-membros estão dispostos a trabalhar num espírito de cooperação mas quero sublinhar que, se houver qualquer tipo de retaliação, isso vai destruir qualquer possibilidade de Angola e a sua companhia de sair rapidamente desta situação", insiste Cercone.

O porta-voz explicou que a decisão foi tomada depois de feitas diversas inspecções onde foram detectadas "deficiência e problemas repetidos" em aviões da TAAG.

"Concluímos que o nível de segurança não está ao nível que deveria estar para garantir voar com segurança na UE", finalizou.

A Comissão Europeia actualiza trimestralmente a lista de companhias proibidas de operar no espaço aéreo europeu, sendo a próxima revisão realizada em Outubro.

Por outro lado, fonte comunitária explicou que as autoridades angolanas deverão apresentar um "plano de acção" detalhado sobre como pretendem resolver os problemas de segurança, de modo a que a TAAG possa voltar a voar para a Europa.

A mesma fonte disse que as preocupações relativamente à segurança da TAAG remontam a Abril de 2006, tendo desde então sido estabelecidos múltiplos contactos com a companhia e as autoridades angolanas para tentar ultrapassar os problemas.

No passado ocorreu uma situação semelhante com a República Democrática do Congo, que, ainda antes da inclusão das suas companhias na "lista negra", tomou diversas iniciativas, tendo alguns aparelhos sido autorizados a continuar a voar no espaço aéreo europeu, sob controlo e supervisão das autoridades belgas.

A proibição da TAAG voar na União Europeia deveu-se a "sérias falhas de segurança" detectadas por França, que a transportadora angolana foi incapaz de resolver, indica um documento da Comissão Europeia.

A quarta actualização da "lista negra" será publicada quinta-feira no Jornal Oficial das Comunidades Europeias, entrando em vigor sexta-feira, precisou fonte comunitária.

O regulamento da Comissão Europeia que actualizará a "lista negra" explica que há provas evidentes de sérias deficiências de segurança na companhia aérea angolana TAAG, identificadas por França durante inspecções realizadas no quadro do programa SAFA, de avaliação da segurança de aeronaves estrangeiras.

Diversas inspecções detectaram repetidamente as mesmas falhas, demonstrando assim "deficiências de segurança sistemáticas", indica o documento.

A Comissão assinala que a TAAG demonstrou "falta de capacidade" de resolver as falhas de segurança em resposta às advertências de França, apesar de garantias dadas pela companhia nesse sentido.

Para já, a "resposta" de Luanda foi suspender as ligações aéreas asseguradas pela British Airways, como forma de retaliação, e, segundo a imprensa de Luanda, a TAP já teria sido notificada "verbalmente" de decisão idêntica, o que a transportadora aérea portuguesa até agora não confirmou, podendo também a Air France ser proibida de entrar nos céus de Angola.


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