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  Cabo Verde
PUSD pede ajuda a PAICV para aderir à Internacional Socialista
- 14-May-2003 - 15:19

O presidente do Partido Unido Social Democrata (PUSD) da Guiné-Bissau pediu hoje ao partido no poder em Cabo Verde apoio para aderir à Internacional Socialista (IS), disse o próprio dirigente guineense Francisco Fadul.


Em entrevista à Agência Lusa na Cidade da Praia, onde se encontra desde segunda-feira, Fadul adiantou ter analisado com vários dirigentes do Partido Africano para a Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder e membro daquela organização socialista), uma eventual ajuda para que o PUSD possa vir a integrar a IS.

O líder do PUSD, que foi primeiro-ministro do governo de transição formado na sequência do conflito político militar guineense de 1998/99, afirmou que essa foi uma das razões que o trouxe a Cabo Verde.

No entanto, sublinhou que a sua deslocação ao arquipélago tem também subjacente outras razões, como o de dar a conhecer o projecto do seu partido para as eleições legislativas antecipadas previstas para 06 de Julho, data que poderá ainda ser alterada.

"Vim dar a conhecer aos irmãos cabo-verdianos o projecto de sociedade e a visão de futuro que o PUSD tem para a Guiné-Bissau, que assenta na luta pelo desenvolvimento e no respeito pela pessoa humana", sublinhou.

Pelo meio, teceu mais uma vez duras críticas ao presidente guineense, Kumba Ialá, considerando-o o "principal entrave ao regresso do país à normalidade institucional", com "apetência (...) para a anarquia e prepotência".

"Prova disso é a exclusão arbitrária e sem fundamento da CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) do processo de observação às eleições. É injusto que pessoas e Estados que pertencem ao mesmo espaço comunitário possam ser excluídos de forma tão arbitrária quanto pouco edificante e desonrosa", acrescentou.

Na deslocação a Cabo Verde, Francisco Fadul pretende também explicar que a atitude de Kumba Ialá "não vincula os guineenses, nem a classe política" da Guiné-Bissau.

Para o futuro da Guiné-Bissau, Fadul disse à Lusa esperar um grande empenhamento da comunidade internacional, à qual apelou "para evitar o descalabro total" no país, cujo poder instituído está a "falsear a noção de Estado, a usurpar poderes que não são os seus, e a ameaçar e a injuriar o povo".

A Guiné-Bissau corre "sérios perigos", entre eles a "ocorrência de um golpe de Estado, caso a situação não evolua rapidamente para a normalidade institucional", acrescentou.

Segundo Fadul, os militares deram recentemente mais um sinal de descontentamento, quando foram exigir "directamente ao Presidente da República" o pagamento dos seus salários.

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