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  Cabo Verde
Prémio Camões: Cabo Verde uma vez mais esquecido
- 14-May-2003 - 15:21

O presidente da Associação de Escritores Cabo-verdianos (AEC) considera justa a atribuição do Prémio Camões ao escritor brasileiro Rubem Fonseca, mas lamenta que mais uma vez o seu país tenha sido esquecido.


Pondo de lado qualquer questão de natureza política ou de distribuição geográfica na defesa do prémio para Cabo Verde, Corsino Fortes entende que pelo "contributo bastante grande" que a sua literatura tem dado à língua portuguesa já merecia um "Prémio Camões".

"Nós achamos que seria de justiça. A literatura cabo-verdiana não é vasta, mas de qualidade", sublinhou terça-feira em declarações à agência Lusa, considerando, no entanto, que o laureado, Rubem Fonseca, é "um grande contista", pelo que o prémio está "bem atribuído".

Declarando-se "pouco conhecedor da dimensão romanesca" de Rubem Fonseca, Corsino Fortes diz que como contista "há vários brasileiros como ele, e também em outros países".

Na sua perspectiva, tem havido uma "grande concentração" em escritores brasileiros e portugueses nas escolhas para o "Prémio Camões", que deveriam também contemplar os autores dos países africanos de língua portuguesa, apesar de Angola (Pepetela, em 1997) e Moçambique (Craveirinha, em 1991) já terem sido distinguidos.

"Cabo Verde, pela sua pequenez, não pode ser esquecido", sublinhou, lembrando que ele próprio e outras personalidades, do seu país e de Portugal, já sugeriram a escolha de Manuel Lopes.

"Todos nós nos sentimos confortados, e com justiça, por aquilo que Manuel Lopes tem dado à língua portuguesa", referiu.

Corsino Fortes compara a situação de Cabo Verde em relação ao "Prémio Camões" com a de Portugal relativamente ao Prémio Nobel, considerando o país merecedor de mais distinções do que aquelas que recebeu, com Egas Moniz (medicina) e José Saramago (literatura).

O júri do Prémio Camões distinguiu terça-feira, no Rio de Janeiro o escritor brasileiro Rubem Fonseca, 78 anos, como o laureado de 2003, na 15¦ edição do prémio, instituído em 1989 pelos governos português e brasileiro para estreitar os laços entre os vários países lusófonos e enriquecer o património literário e cultural da língua portuguesa.


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