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Recenseamento eleitoral vai ser actualizado em Outubro
- 7-Aug-2007 - 14:50
O governo da Guiné-Bissau vai realizar em Outubro a actualização dos cadernos eleitorais e um novo recenseamento para eleitores residentes fora do país, para as legislativas de 2008, anunciou hoje uma fonte oficial.
Segundo o secretário de Estado da Administração do Território, Cristiano Na Bitan, os preparativos para as duas acções já estão em marcha, faltando apenas a disponibilização das verbas necessárias, cerca de 650 milhões de francos CFA (cerca de 990 mil euros).
Devido às dificuldades financeiras o executivo guineense conta com fundos a serem disponibilizados pela comunidade internacional para a preparação e organização das legislativas, previstas para Março de 2008.
De acordo com Cristiano Na Bitan já está decidido que os cadernos eleitorais serão "profundamente actualizados" a nível do país e na diáspora será feito um recenseamento de raiz.
Importantes comunidades de guineenses no estrangeiro encontram-se em Portugal, Senegal, Gambia, Cabo Verde, Angola, Mauritânia, França, Brasil e Rússia.
Números não oficiais apontam para a existência de cerca de 60 mil guineenses em Portugal.
Na última vez que se fez um recenseamento na diáspora, em 2004, apenas foram registados nos cadernos eleitorais pouco mais que dois mil guineenses, em Portugal, situação considerada "ridícula" pelas associações de emigrantes.
O secretário executivo da associação de guineenses na diáspora "Guineaspora", Mário Cabral, saudou a iniciativa do governo em organizar um recenseamento de raiz junto da comunidade emigrante, prometendo o apoio da sua organização para o sucesso da iniciativa.
"É ridículo que numa comunidade como aquela que temos em Portugal, com mais de 50 mil pessoas, se tenham apenas recenseado duas mil pessoas", afirmou Mário Cabral.
A questão do registo eleitoral tem sido motivo de polémica na Guiné-Bissau sempre que se avizinha um processo eleitoral, devido às suspeitas que os partidos levantam a volta da operação.
A lei guineense prevê que a actualização dos cadernos eleitorais seja feita anualmente, mas na prática ela só acontece nas vésperas dos escrutínios, situação que motiva polémica entre os partidos e dirigentes políticos.
Para o secretário de Estado da Administração do Território, a única forma de se acabar com o "clima de suspeição" à volta do registo eleitoral é proceder a uma "actualização profunda" dos cadernos a nível do país e um "recenseamento limpo" na diáspora.
Quanto à data das eleições legislativas, Cristiano Na Bitan afirmou que não tem nenhuma indicação sobre a alteração do calendário fixado pela lei, mesmo com o debate que a questão suscita após a sugestão do Presidente João Bernardo "Nino" Vieira para que os dois escrutínios, legislativas e presidenciais, tenham lugar em simultâneo, mas em 2009.

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