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Banco nega arresto judicial de bens a Paulo Mirpuri
- 7-Aug-2007 - 23:23


O National Investment Bank negou hoje, em comunicado enviado à Lusa, notícias divulgadas em São Tomé e Príncipe sobre o arresto de bens do seu presidente, Paulo Mirpuri, na sequência do caso da companhia aérea Air Luxor.


A operar em São Tomé e Príncipe desde 2004, o NIB reclama ser uma "instituição financeira sólida e em franco desenvolvimento", razões por que se sente na "obrigação de vir publicamente repudiar as declarações falsas, caluniosas e irresponsáveis do cidadão são-tomense Adelino Isidro".

Adelino Isidro, apresentado como representante de um grupo de credores são-tomenses e cabo-verdianos, é citado na edição electrónica de hoje do Portuguese News Network (PNN) como tendo dado andamento a ma queixa judicial conta o NIB por alegados crimes fiscais.

Segundo o PNN, o tribunal de primeira instância de São Tomé e Príncipe confiscou na última semana todos os bens do banco, incluindo todas as regalias sociais do NIB em São Tomé e Príncipe, na sequência do caso Air Luxor.

A medida judicial foi executada no passado dia 01, data em que o NIB lançou no mercado são-tomense o cartão de crédito American Express.

No comunicado enviado à Lusa, o NIB classifica as alegações como "tresloucadas" e garante estar a prosseguir a sua actividade em São Tomé "com toda a normalidade e tranquilidade".

"O National Investment Bank é uma instituição financeira sólida e em franco desenvolvimento, que opera em São Tomé desde 2004, e cujo accionista de referência é um 'thrust' (sic) americano, a Superior Investments. Actua nas áreas da Banca Comercial e Banca de Investimento", lê-se no comunicado.

Garantindo não ter "qualquer dos seus bens confiscados", bem como "nenhum dos seus quadros acusado de qualquer crime", o NIB desmente ainda "que tenham sido confiscados quaisquer bens de Paulo Mirpuri", actual presidente da instituição.

Nesse sentido, o banco promete agir judicialmente "contra o autor da tentativa de difamação".

Na edição do PNN, Adelino Isidro referiu que Paulo Mirpuri tem "defraudado o fisco em São Tomé, Cabo Verde, tem roubado os fundos que deveriam contribuir para pagar os custos das operações nomeadamente os débitos realizado pela Air Luxor STP" em São Tomé.

Esta empresa deve mais de "200 mil dólares (cerca de 154 mil euros) à Empresa Nacional de Combustíveis e Óleos (ENCO), Ilhéu das Rolas, Hotel Miramar, Club Santana, aos sócios são-tomenses e aos sócios cabo-verdianos", acrescentou Adelino Isidro, que acusa ainda Paulo Mirpuri de "estar a falsificar todo um conjunto de documentos".


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