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  Comunidades
Holanda: Consulado perde cônsul, vice-cônsul, chanceler e técnico
- 24-Aug-2007 - 19:03


O deputado do PSD pela Emigração Carlos Gonçalves criticou hoje a actual situação do consulado de Portugal em Roterdão, Holanda, que no prazo de um ano ficou sem cônsul, vice-cônsul, chanceler e técnico.


No final de um dia de visita àquele país, o deputado eleito pelo círculo da Europa afirmou que a "Holanda é o exemplo claro da insensibilidade do governo para a questão das comunidades".

"Neste momento, há quatro funcionários administrativos e um contratado a termo certo no consulado de Portugal. Não há chefias. É uma situação lamentável", disse.

Carlos Gonçalves defendeu que esta situação cria "dificuldades em termos de pessoal para atendimento ao público e para dar assistência social aos trabalhadores" e lembrou os recentes casos de portugueses explorados naquele país.

O deputado criticou ainda a transformação do consulado de Roterdão em secção consular, prevista na reestruturação consular, por considerar que a embaixada de Portugal em Haia não tem condições para receber aquele posto.

"O Estado português vai ter de adquirir ou arrendar outro edifício porque a embaixada não tem condições ou capacidade para acolher a secção consular", afirmou.

Na visita que realizou hoje, o deputado fez ainda uma avaliação da questão das alegadas explorações laborais.

"Continuam a existir muitas empresas de trabalho temporário, algumas das quais não pontuam pela honestidade. Depois surgem situações perfeitamente lamentáveis e, quando surgem, o consulado não tem capacidade para dar informação ou acompanhamento social", sublinhou.

"Os portugueses estão entregues a si próprios", lamentou.

Também esta semana, o deputado esteve em Hamburgo, na Alemanha, para avaliar o início do ano escolar, tendo considerado dramática a situação em Dusseldorf e em Estugarda, onde cerca de 900 alunos portugueses ficaram sem aulas de português por o governo não ter aberto vagas.

"É uma clara insensibilidade ou falta de vontade do governo no que respeita ao ensino do português", afirmou.


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