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  Comunidades
Portugueses em Dusseldorf manifestam-se contra falta de professores
- 10-Sep-2007 - 15:34


Emigrantes portugueses residentes na área de Dusseldorf, na Alemanha, vão manifestar-se sábado contra a falta de professores de português naquela área consular, que vai deixar cerca de 900 alunos portugueses sem aulas.


Em causa está a não abertura de seis vagas para substituir os professores que leccionavam nas áreas de Dussedlorf, Frankfurt e Estugarda e se reformaram.

As despesas com esses professores eram até aqui suportadas pelo governo alemão.

"Desde 2000 que o governo alemão está a avisar que vai deixar de suportar os custos com os professores de línguas maternas que se reformem ou decidam ir para outro país. O governo português já tem conhecimento há muito tempo que aqueles professores se iriam reformar, por isso, já devia estar preparado", disse Vítor Estradas, da Federação das Associações Portuguesas na Alemanha (FAPA), que está a organizar o protesto.

De acordo com o dirigente associativo, estão por preencher mais do que seis vagas, uma vez que há dois anos houve mais professores a atingirem a idade de reforma "que o governo português nunca substituiu", acrescentou.

"Se não acontecer nada, 900 alunos portugueses vão ficar sem aulas", sublinhou.

Questionado sobre a possibilidade de ainda serem colocados docentes naquelas localidades, uma vez que o concurso para professores já encerrou, Vítor Estradas apontou como solução os docentes no desemprego.

"Pelo que sei, há 45 mil professores desempregados. Não sei se podem ser nomeados ou não, mas podiam ser uma solução", disse o responsável, acrescentando que há também muitos professores na Alemanha com horários incompletos que "estão disponíveis para trabalhar mais horas, se o governo as pagar".

"O que não podemos consentir é que uma situação que o governo português conhece há muito tempo vá fazer com que os alunos portugueses fiquem sem aulas durante um ano", sublinhou.

Por isso, a FAPA convocou uma manifestação para sábado, que tem início na Kirchplatz e terminará frente ao consulado de Portugal em Dusseldorf, onde será entregue uma resolução ao cônsul a exigir "medidas imediatas para resolver o problema".

A manifestação da FAPA tem o apoio das comunidades portuguesas residentes nas localidades de Bochum, Bonn, Dusseldorf, Essen, Euskirchen, Gelsenkirshen, Gutersloh, Hilden, Julich, Konigswinter, Krefeld, Leverkusen, Minden, Neuss, Remscheid, Solingen, Wuppertal.


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