Invista em Portugal, nós apoiamos
Construção de sites Portugal
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 director: Norberto Hossi
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Cultura
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Comunidades
Obrigatoriedade de vacinação contra febre amarela inclui países lusófonos
- 11-Sep-2007 - 14:41


Os cidadãos de quatro países lusófonos que se deslocarem a Moçambique serão obrigados a exibir o certificado de vacinação contra a febre amarela, segundo uma lista, hoje divulgada, dos Estados sujeitos a esta medida sanitária.


Brasil, Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe constam do elenco de 43 países visados, na sua maioria africanos.

Portugal não consta da lista elaborada pelo governo moçambicano, embora dele façam parte países com importantes comunidades luso-descendentes, caso da Venezuela.

O memorando de entendimento que restringe a entrada de turistas que não estejam certificados ou não disponham de um documento comprovativo da vacinação contra a febre amarela foi assinado pelos ministros da Saúde, Ivo Garrido, e do Interior de Moçambique, José Pacheco.

Ao abrigo do acordo, o visitante que não apresentar o certificado poderá ser vacinado no ponto de entrada, mediante o pagamento de aproximadamente 40 euros, que irá reverter a favor do Serviço Nacional de Saúde de Moçambique.

O governo moçambicano justificou o estabelecimento do quadro normativo com vista ao controlo da sanidade nacional com o facto de Moçambique ser um país em risco de propagação da febre amarela, causada pelo mosquito "Aedes aegipty".

A vacina contra a doença tem um prazo de cinco anos na primeira inoculação e dez na segunda.

O ministro da Saúde moçambicano afirmou que as autoridades sanitárias montaram equipas de peritos de vacinação nos principais postos fronteiriços, aéreos, marítimos, ferroviários e rodoviários


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 


 Ligações

 Jornais Comunidades
Faro Car Hire  
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona design e programação NOVAimagem - Web design, alojamento de sites, SEO