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Obrigatoriedade de vacinação contra febre amarela inclui países lusófonos
- 11-Sep-2007 - 14:41
Os cidadãos de quatro países lusófonos que se deslocarem a Moçambique serão obrigados a exibir o certificado de vacinação contra a febre amarela, segundo uma lista, hoje divulgada, dos Estados sujeitos a esta medida sanitária.
Brasil, Angola, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe constam do elenco de 43 países visados, na sua maioria africanos.
Portugal não consta da lista elaborada pelo governo moçambicano, embora dele façam parte países com importantes comunidades luso-descendentes, caso da Venezuela.
O memorando de entendimento que restringe a entrada de turistas que não estejam certificados ou não disponham de um documento comprovativo da vacinação contra a febre amarela foi assinado pelos ministros da Saúde, Ivo Garrido, e do Interior de Moçambique, José Pacheco.
Ao abrigo do acordo, o visitante que não apresentar o certificado poderá ser vacinado no ponto de entrada, mediante o pagamento de aproximadamente 40 euros, que irá reverter a favor do Serviço Nacional de Saúde de Moçambique.
O governo moçambicano justificou o estabelecimento do quadro normativo com vista ao controlo da sanidade nacional com o facto de Moçambique ser um país em risco de propagação da febre amarela, causada pelo mosquito "Aedes aegipty".
A vacina contra a doença tem um prazo de cinco anos na primeira inoculação e dez na segunda.
O ministro da Saúde moçambicano afirmou que as autoridades sanitárias montaram equipas de peritos de vacinação nos principais postos fronteiriços, aéreos, marítimos, ferroviários e rodoviários

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