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Emigrantes na Alemanha mantêm manifestação de domingo
- 14-Sep-2007 - 17:39
A Federação das Associações Portuguesas na Alemanha (FAPA) mantém a manifestação prevista para domingo, em protesto contra a falta de professores, apesar de o Ministério da Educação ter anunciado que vai colocar docentes no país.
"A manifestação mantém-se porque o secretário de Estado (da Educação) não resolveu o problema", disse à agência Lusa o presidente da FAPA, Vítor Estradas.
Em Julho passado, uma professora denunciou que cerca de 900 alunos nas áreas de Dusseldorf, Frankfurt e Estugarda iriam ficar sem aulas de português porque os professores que as leccionavam se tinham reformado.
"Esses seis professores eram pagos pelas entidades alemãs, mas reformaram-se e a Alemanha, que já desde 2000 avisava Portugal que não iria contratar mais docentes, não os substituiu", explicou na altura à Agência Lusa.
Na sequência dessa denúncia, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, anunciou na passada terça-feira que o governo português vai abrir um concurso local para a contratação de seis professores.
"Não foi possível demover as autoridades alemãs dessa intenção (de deixar de suportar as despesas com os professores de português) e resolvemos colocar professores através do regime de contratação local, que está previsto na lei", disse Jorge Pedreira à Lusa.
"Eu mesmo assinei uma proposta a autorizar a abertura de um concurso local", acrescentou.
No entanto, o dirigente da FAPA considera que esta medida não vai resolver o problema porque ficam por substituir professores que mudaram de escola.
"Queremos que as comunidades que ficaram sem professores porque foram colocados em outros países ou escolas tenham também docentes substitutos", afirmou Vítor Estradas.
O responsável criticou ainda as declarações do secretário de Estado Adjunto e da Educação, que desresponsabiliza o governo português pelo problema criado entre a comunidade portuguesa.
"Desde 2000 que o governo alemão avisa que se vai desresponsabilizar pelo ensino das línguas maternas, por isso, o governo português foi avisado a tempo e horas que estes problemas iriam surgir", sublinhou.
A FAPA decidiu, por isso, manter a manifestação marcada para domingo, que tem início na Kirchplatz e terminará frente ao consulado de Portugal em Dusseldorf, onde será entregue uma resolução ao cônsul a exigir "medidas imediatas para resolver o problema".
A manifestação tem o apoio das comunidades portuguesas residentes nas localidades de Bochum, Bona, Dusseldorf, Essen, Euskirchen, Gelsenkirshen, Gutersloh, Hilden, Julich, Konigswinter, Krefeld, Leverkusen, Minden, Neuss, Remscheid, Solingen, Wuppertal.
De acordo com dados do Sindicato dos Professores das Comunidades Lusíadas, em toda a Alemanha há cerca de cinco mil alunos luso-descendentes inscritos em cursos de português.

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