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São Tomé e Guiné com resultados positivos na luta contra a malária
- 18-Oct-2007 - 14:37
Os países da África Subsaariana estão a obter resultados muito positivos na luta contra a malária, e, entre os lusófonos, 40 por cento das crianças em São Tomé e na Guiné-Bissau utilizam redes mosquiteiras com insecticida, segundo a UNICEF.
De acordo com o relatório "Malária e Crianças", que está a ser preparado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), entre 2004 e 2006 verificou-se um significativo aumento no fornecimento de redes mosquiteiras tratadas com insecticidas.
A produção anual dessas redes duplicou de 30 para 63 milhões, sendo de esperar outro grande aumento no final de 2007, lê-se no relatório.
Segundo a UNICEF, a par desse aumento, registou-se também uma mais eficaz distribuição das redes mosquiteiras tratadas com insecticidas pelas comunidades mais necessitadas.
A distribuição de redes e de outras intervenções contra a malária estão a ser desenvolvidas também com sucesso junto dos programas de saúde materna e infantil.
Os 20 países da África Subsaariana com dados disponíveis fizeram "grandes progressos" ao promoverem o uso das redes mosquiteiras com insecticida nas crianças.
Dezasseis desses países triplicaram a sua cobertura desde o ano 2000, tendo a Gâmbia atingido metade das crianças.
Em São Tomé e Príncipe, na Guiné-Bissau e no Togo a cobertura é de cerca de 40 por cento, revela o relatório.
Outros países terminaram recentemente uma larga distribuição de redes mosquiteiras tratadas com insecticida, pelo que a UNICEF espera que esse esforço tenha visibilidade no próximo ano.
De acordo com a directora executiva da UNICEF, Ann M. Veneman, "na África subsaariana, a malária mata por ano pelo menos 800 mil crianças com menos de cinco anos".
"Controlar a malária é vital para melhorar a saúde infantil e o desenvolvimento económico dos países afectados" pela doença, acrescentou.
Por seu lado, o director executivo da Roll Back Malaria Partnership, parceira da UNICEF que também participou na elaboração do relatório, indicou que "estes dados são encorajadores e estabelecem objectivos ainda mais ambiciosos para os próximos anos".
"O nosso objectivo é atingir 80 por cento da cobertura com todas as intervenções contra a malária em 2010 - estamos a andar na direcção certa", afirmou.
Em toda a África subsaariana, apenas 34 por cento das crianças com febre recebem medicamentos contra a malária.
No entanto, o relatório revela que quase todos os países alteraram as suas políticas nacionais sobre os medicamentos para permitir o uso de terapias combinadas - um novo e mais eficaz tratamento da malária.
Por isso, a UNICEF espera que, nos próximos anos, mais crianças recebam tratamento eficaz contra a doença.

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